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23/07 - Estão abertas as inscrições para o Hackatur - Desafio de Inovação e Turismo
O Sebrae Minas e a Prefeitura de Belo Horizonte promovem a 2ª edição do Hackatur. Trata-se um programa de aceleração, voltado à promoção do empreendedorismo e a inovação, para o segmento de gastronomia, em Belo Horizonte. Startups de todo o Brasil podem inscrever soluções voltadas para restaurantes, gastronomia e eventos. O objetivo do programa é atrair novos talentos empreendedores, que possuam negócios que utilizem novas tecnologias para o mercado de turismo em Belo Horizonte. Após realizar sua inscrição, as startups passam por uma seleção, que escolherá 20 equipes (negócios) para participar de um bootcamp, um programa de ensino imersivo para o desenvolvimento dos empreendedores. O potencial de expansão e replicação do modelo de negócio ou tecnologia em grandes mercados e em mercados emergentes será levado em consideração nas avaliações. As startups que mais se destacarem receberão um prêmio de R$ 5 mil. Para saber mais, acesse o site!
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23/07 - Airbnb no País já movimenta R$ 7,7 bilhões
O Airbnb anunciou ontem que ao longo de 2018, só no Brasil, a plataforma movimentou R$ 7,7 bilhões, uma alta de 92% frente ao acumulado de 2017. O impacto econômico direto estimado é calculado a partir da soma da renda total recebida pelos anfitriões com o gasto total dos hóspedes no país. Contando os 30 países onde atua, o Aibnb contabiliza impacto econômico direto de US$ 100 bilhões em 2018. Dentro do Brasil, 76% dos anfitriões disseram que oferecem o serviço na plataforma para obter renda extra; seguido pela utilização de um espaço livre ou ocioso (36%); a vontade de alugar depois da experiência de ser hóspede (17%); o orgulho de mostrar sua comunidade (16%) e conhecer novas pessoas (16%). Entre os anfitriões, cerca de 23% da renda familiar vem da locação por temporada.
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23/07 - Abertura comercial com a Europa pode beneficiar pequenos produtores
O setor agropecuário brasileiro acredita que o acordo de livre comércio firmado entre Mercosul e União Europeia poderá beneficiar setores fora da pauta tradicional de exportação e também inserir pequenos e médios produtores no mercado internacional. “Além dos setores mais tradicionais, como carne bovina, o acordo vai trazer ganhos para diversos setores do agronegócio que estão fora da pauta habitual de exportação, como cafés especiais, mel e pescado”, avalia a coordenadora de relações internacionais, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Camila Sande. A abertura comercial entre os dois blocos econômicos prevê eliminação de tarifas ou a ampliação de acesso de produtos agrícolas por meio de quotas. Entre os segmentos que terão tarifas zeradas estão café torrado e solúvel, fumo manufaturado e não manufaturado, peixes, crustáceos e óleos vegetais. Camila afirma que, em termos gerais, o acordo foi bem recebido pelo setor e pode abrir espaço para exportação de pequenos e médios produtores. “Houve mais ganhos do que perdas e os segmentos que se consideram mais afetados terão que buscar medidas para aumentar sua competitividade e presença em mercados. O acordo vai trazer um incremento de qualidade.” Um setor que demonstra preocupação com a abertura comercial é o leiteiro. Os produtores brasileiros temem perder competitividade com a retirada de tarifas de queijos e leite em pó originários da Europa. “Temos que fazer uma arrumação interna e achar políticas públicas para que eles fiquem competitivos”, declarou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, após o anúncio do acordo. Uma medida em estudo pelo governo é a isenção de tarifas para importação de máquinas pelos produtores de leite. Tereza também anunciou a criação de um fundo para modernização do setor de vinho, outro mercado que pode ficar vulnerável ao acordo. Em sua oferta, o Mercosul também prevê desgravação total a produtos agrícolas como o azeite de oliva e regime de cotas para chocolates e intermediários de cacau originários do bloco europeu. Halal O segmento de produtos halal — alimentos preparados segundo os preceitos do Islã — tem expectativa de impulsionar as exportações e chegar a novos mercados com a concretização do acordo. “Na Europa vivem por volta de 25 milhões de muçulmanos, não é um mercado pequeno”, aponta o diretor-executivo da certificadora Cdial Halal, Ali Saifi. Ele explica que, de maneira indireta, o mercado europeu permitirá que os produtos brasileiros cheguem a países onde atualmente as exportações são inviáveis. “Os europeus vão poder vender nossos produtos em mercado que são fechados para o Brasil, por questão logística ou de ausência de acordos comerciais.” Saifi considera que a cota para carne de aves, 180 mil toneladas, sendo 50% com osso e 50% sem, é relativamente pequena. “O Brasil precisa buscar um crescimento maior que esse. Mas é melhor uma cota menor do que nenhuma. O acordo é um começo, ainda falta tempo para entrar em vigor. Esperamos uma melhora daqui para frente.” Ele acredita que todos os produtos halal, incluindo carnes e cereais, devem ser beneficiados, mas evitou dimensionar o impacto financeiro da abertura comercial. “O acordo ainda está em fase embrionária, é muito cedo pra calcular. Mas de fato deve trazer maior investimento e aumento da escala de produção.”
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23/07 - Sebrae oferece ferramenta gratuita para criação de modelo canvas
É importante que, antes de qualquer empreitada, seja feito um planejamento do negócio. Dessa forma, é possível visualizar com segurança quais os objetivos, os potenciais e as fraquezas da ideia. Para isso, uma importante ferramenta é o Business Model Canvas, mais conhecido como Canvas. Nele, se constrói um mapa visual contendo nove blocos, cada um descrevendo uma frente da ideia da empresa. São eles: proposta de valor, segmento de clientes, canais de serviço, relacionamento com cliente, atividade-chave, recursos principais, parcerias, fontes de receita e estrutura de custos. As ideias presentes nos nove blocos formam o conceito do seu negócio. Ou seja, a forma como você irá operar e gerar valor, definindo seus principais fluxos e processos. Isso permite uma análise e visualização do seu modelo de atuação no mercado. O site do Sebrae oferece uma plataforma para a criação do Canvas do seu negócio de forma gratuita. É possível acessá-la por este link ou baixar um aplicativo para Android ou iOS.
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22/07 - EMS projeta negócios de R$ 15 bi com foco em genéricos
Líder nacional na produção e comercialização de medicamentos, a EMS projeta um volume de negócios de R$ 15 bilhões em 2019, com foco nos genéricos de alta complexidade – que representam 33% da operação. Sustentada especialmente por essa categoria, a farmacêutica tem como meta ampliar em 10% o faturamento e chegar à casa dos R$ 5 bilhões. Para este ano, a companhia prevê 11 lançamentos na área, entre anti-hipertensivos, anti-inflamatórios e contraceptivos, sendo três genéricos inéditos. Esses novos produtos deverão atingir uma participação de 4% no faturamento da unidade e beneficiar mais de 24 milhões de pacientes por ano. Para a promoção desse pipeline, R$ 50 milhões serão especificamente destinados a campanhas de marketing. “Ao longo de 2019 serão disponibilizadas mais de 240 milhões de caixas de medicamentos genéricos, 30 milhões a mais que em 2018. Outra vantagem será a apresentação de 30 comprimidos por caixa, o que cobrirá o período mensal dos tratamentos clínicos”, pontua Aramis Domont, diretor comercial da unidade de genéricos. Com 500 apresentações de produtos, a EMS detém o maior portfólio de genéricos da indústria farmacêutica, abrangendo 96% das classes terapêuticas e 64 mil pontos de venda em território nacional. No ano passado, lançou duas novas moléculas – o Anastrozol e o Metilfenidato, primeiro medicamento da categoria voltado ao tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade – TDAH. De acordo com indicadores da IQVIA, a farmacêutica comercializou ao varejo 587 milhões de unidades de medicamentos nos últimos 12 meses até abril deste ano, volume 35% superior ao da segunda colocada. Takeda Fontes do setor indicam que a EMS é a favorita para adquirir os ativos latino-americanos da Takeda, cujo processo de venda está na fase final. A farmacêutica japonesa avalia em US$ 1 bilhão o valor desses ativos, que incluem no Brasil marcas como Dramin, Eparema, Nebacetin e Neolsaldina. Reckitt Benckiser e a uruguaia Megalabs também estariam na concorrência, mas com menos probabilidades. A estratégia da Takeda é reduzir sua dívida após a compra da Shire por US$ 59 bilhões. A EMS estaria mais bem cotada por ter comprado no ano passado o laboratório Multilab, então controlado pela companhia asiática.
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22/07 - Fundo Inovação Paulista investe em fazenda vertical urbana
No que depender do Fundo Inovação Paulista, a oferta de alimentos cultivados dentro dos grandes centros urbanos, em produções verticalizadas, com economia de espaço e de energia, sem utilização de pesticidas, utilização de água até 95% menor que no campo e metade do tempo de produção, será cada vez maior no Estado de São Paulo. O Fundo, idealizado pela Desenvolve SP, a agência de fomento paulista, e gerido pela SP Ventures, acaba de anunciar um aporte de R$ 2 milhões, juntamente com a Capital Lab, para a primeira fazenda vertical urbana da América Latina, a Pink Farms. Considerado um dos Fundos de Investimento em Participações (FIPs) mais ativos do mundo com foco no impulsionamento de AgTechs (startups de tecnologia para o agronegócio), de acordo com as organizações internacionais de pesquisa CBInsights e Agfunder, o Fundo Inovação Paulista conta com investidores de peso, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do estado (Fapesp), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Sebrae-SP, o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Jive Investments, além da própria Desenvolve SP. Com o aporte, a Pink Farms parte para a construção de uma fábrica para produção de alta escala de hortaliças e tem planos de aumentar o portfólio de produtos. A produção de alimentos chamados “limpos” é tendência mundial. Cada vez mais são realizados investimentos para uma produção sustentável em toda a cadeia, com a utilização de tecnologia de ponta, sem perdas e sem agrotóxicos. Além do Fundo Inovação Paulista, a Desenvolve SP participa de outros quatro fundos de investimento, com o objeto de acelerar o crescimento de startups e empresas de alto potencial bem como desenvolver ecossistemas locais de inovação. Juntos, esses fundos somam mais de R$ 500 milhões em patrimônio para aportes em projetos disruptivos das mais variadas áreas.
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22/07 - Inova Ribeirão: encontro integra empreendedores e pesquisadores
No dia 16 de julho, o reitor Vahan Agopyan participou da solenidade de abertura do Inova Ribeirão 2019, um encontro de negócios em inovação, organizado pela Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), em parceria com a Agência USP de Inovação (Auspin), Ciesp, Sebrae, Senac, Senai, Sincovarp e Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto. “Eventos como esse são muito importantes porque permitem a discussão de políticas públicas que impulsionem a inovação e que transformem o grande potencial de pesquisa e desenvolvimento que temos no Estado de São Paulo em ações que melhoram a qualidade de vida da nossa sociedade”, afirmou o reitor. O encontro aconteceu entre os dias 16 e 18 de julho, no Senai de Ribeirão Preto, e reuniu empresários, pesquisadores e instituições da região interessadas em desenvolver negócios voltados para a inovação e fortalecer o ecossistema regional de desenvolvimento econômico e tecnológico. A secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen da Silva, ressaltou que “se não atuarmos juntos, produziremos uma série de pequenas iniciativas e será muito difícil que essas iniciativas alcancem a escala que nós gostaríamos. O empreendedor paulista tem a inovação no sangue, a resiliência, a criatividade, só falta trabalharmos de forma mais integrada para que nossos projetos comecem a fazer a diferença”. “O Brasil ainda é um país que investe pouco em pesquisa e inovação. O Inova Ribeirão é um exemplo do nosso esforço para trazer a universidade para junto da sociedade e potencializar o resultado do investimento em pesquisa e inovação na nossa região”, afirmou o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira. A cerimônia contou com a participação do secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Paulo Cesar Rezende de Carvalho Alvim; do presidente da Fapesp, Marco Antonio Zago; além de empresários e pesquisadores. Inova Ribeirão O Inova Ribeirão é um evento que aborda inovação e empreendedorismo, com o objetivo de aproximar as empresas dos principais provedores de soluções e de linhas de crédito. “Acreditamos que nossa região tem um enorme potencial de inovação, que pode ser melhor desenvolvido se criarmos ambientes de negócios que reúnam empreendedores, instituições de ciência, tecnologia e inovação e prestadores de serviços tecnológicos”, explicou o presidente da Acirp, Dorival Balbino. Entre os temas discutidos no evento estão a indústria 4.0, internet das coisas, nanotecnologia, inteligência artificial, financiamento da inovação e políticas públicas para o setor.
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22/07 - Abertura unilateral de comércio pode aumentar a produtividade do Brasil
Além de firmar acordos comerciais, é recomendável que o Brasil faça uma abertura unilateral de comércio para ganhar produtividade, a exemplo do que foi feito pelos vizinhos latino-americanos, como o Chile e México. É o que afirma o técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Fernando Ribeiro, com base em um estudo da instituição sobre as experiências de abertura comercial em 148 países. Ele destaca que, no Brasil, sempre existiu um debate sobre se a melhor forma de abrir a economia seria a “unilateral” (ou seja, redução de tarifas de importação para todos os países, sem distinção) ou somente por meio de acordos comerciais. Contudo, segundo Ribeiro, essas duas frentes não são excludentes. Pelo contrário, são complementares, diz ele. “As experiências internacionais mostram que, enquanto a abertura unilateral, aumenta ganhos de produtividade, os acordos facilitam as trocas comerciais por meio de convergência de regras”, explica o pesquisador. A vantagem de diminuir tarifas unilateralmente é que o empresário aqui no Brasil pode ter mais liberdade para escolher de qual país comprar um insumo ou uma máquina, por exemplo. Neste caso, ele poderá comparar o preço e a qualidade dos produtos, fazendo, portanto, a melhor opção para a sua demanda, ao invés de ter que importar somente de um país ou bloco comercial. “Esta abertura permite que haja uma redução de preços e um aumento da qualidade dos produtos para os consumidores, no mercado interno”, comenta o pesquisador. “O México e o Chile fizeram os dois tipos de abertura comercial em conjunto. O resultado disso é que o Chile é, hoje, o país com a maior renda per capita [por pessoa] da América do Sul, com taxas de crescimento elevadas. Já o México ganhou capacidade de competir em pé de igualdade com a China em determinados setores, como no segmento automotivo”, ilustra Ribeiro. O pesquisador reforça que, por outro lado, as funções dos acordos de comércio são: agilizar e facilitar as trocas comerciais por meio da convergência de regras (como as sanitárias e fitossanitárias); fomentar as prestações de serviços entre os países; permitir a participação de outras nações em licitações públicas e compras governamentais; além de garantir proteção de áreas ambientais e respeito aos direitos humanos. União Europeia O mais amplo e recente acordo comercial realizado pelo Brasil foi firmado neste ano. No dia 28 de junho, em Bruxelas, na Bélgica, o Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) e a União Europeia (UE) assinaram um acordo, depois de 20 anos de negociações. O tratado deve entrar em vigor entre dois a três anos, já que o documento precisa ser aprovado nos Congressos de todos os países dos dois blocos. Este prevê uma eliminação de tarifas para 92% das exportações do Mercosul para a UE, além de dar acesso preferencial para 7,5% das demais vendas, que poderá ser em regime de cotas, por exemplo. Já o Mercosul terá o compromisso de zerar tarifas para 91% das importações feitas dos europeus e deixará excluídos 9% de produtos sensíveis. Segundo estimativas do governo, o acordo representará um incremento do PIB de US$ 87,5 bilhões em 15 anos, podendo chegar a US$ 125 bilhões se consideradas a redução das barreiras não tarifárias.
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22/07 - InovAtiva e Sebrae recebem destaque no Ranking 100 Open Startups
O Ranking de 2019 da 100 Open Startups, plataforma internacional de maior impacto na geração de negócios ente grandes empresas e startups, apontou o InovAtiva Brasil e o Sebrae, respectivamente, como as duas maiores iniciativas fomentadoras do ecossistema de inovação. Publicado desde 2016, o Ranking 100 Open Startups destaca anualmente as startups mais atraentes para o mercado corporativo e as empresas líderes mais engajadas. A atratividade é medida por meio de critérios objetivos, vinculados estritamente com as relações de negócio estabelecidas entre startups e grandes empresas. “Este reconhecimento é mais um sinal de que estamos no caminho certo. Nós entendemos que a competitividade passa necessariamente pela inovação. Por isso, é fundamental fomentarmos esse ecossistema e que essa realidade chegue às micro e pequenas empresas, que representam mais de 98% de todas as empresas do país. Em 2018, o Sebrae atendeu mais de 4 mil startups e em 2019 continuamos com esse trabalho”, destacou o presidente do Sebrae, Carlos Melles. O InovAtiva Brasil é o maior programa da América Latina voltado para aceleração de negócios inovadores de qualquer setor e região do país, realizado pelo Ministério da Economia e pelo Sebrae, com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). O programa, criado em 2013, oferece gratuitamente mentorias, visibilidade às startups e conexão com investidores, grandes empresas e parceiros. Desde 2013, 840 startups foram aceleradas pelo programa. Sendo que, em 2019, a expectativa é atender aproximadamente 300 startups. O segundo ciclo do ano do InovAtiva Brasil está com as inscrições abertas até segunda-feira (22). Durante o ciclo, as startups também terão acesso a cursos e conteúdos exclusivos criados para estimular o aperfeiçoamento dos negócios, bem como a possibilidade de fazer networking com outros empreendedores. Para encerrar sua participação no programa, a empresa se apresentará para a maior banca de investidores do país. Mais informações, acesse: https://www.inovativabrasil.com.br/.
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22/07 - Governo de SP disponibiliza R$ 1 bi em crédito para empreendedores
O Governador João Doria lançou nesta sexta-feira (19), no Palácio dos Bandeirantes, o Programa Empreenda Rápido, que oferece tudo o que empreendedor precisa para abrir ou ampliar ou seu negócio em um só lugar, reunindo pela primeira vez toda a rede de fomento ao empreendedorismo do Estado em uma única plataforma (www.empreendarapido.sp.gov.br). “O emprego, tendo o empreendedorismo como gerador de emprego e renda, e a segurança pública, esses são os dois pilares do Governo do Estado de São Paulo. Por isso a nossa decisão de colocar R$ 1 bilhão em quatro anos”, comentou o Governador João Doria em coletiva de imprensa na tarde desta sexta-feira. “É um fomento efetivo a atividade econômica no Estado. Isso gera oportunidade, ativa o setor do comércio, serviços e também as pequenas indústrias e isso reponde a obrigação de um governo que elegeu empregabilidade como uma das suas prioridades”, reforçou. Hoje, no lançamento do programa, o evento incluiu um mutirão para atender os interessados em receber desde instruções para abrir um negócio até empréstimos para financiar suas ideias. "Foi a primeira vez que nos reunimos para entender a realidade dos empreendedores brasileiros. Agora eles vão entrar na plataforma e ter fácil acesso aos diversos serviços que antes não eram prestados ou já aconteciam, mas em pequena escala”, comentou a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen. Além de conhecerem a plataforma do Empreenda Rápido, os empreendedores formais e informais tiveram atendimento nos seguintes serviços: - Abertura de empresa com agilidade; - Opções de crédito com as melhores taxas de juros do mercado (a partir de 0.35% ao mês); - Cursos de gestão e educação financeira do Sebrae SP; - Inscrição em cursos de qualificação profissional do Centro Paula Souza na carreta do Via Rápida, além de vans do Sebrae Móvel; - Acessar o mercado por meio de parcerias com plataformas digitais; - Toten do Poupatempo para realizar ou solicitar serviços. O programa é realizado em parceria com o Sebrae SP e conta com a participação do Banco do Povo, Desenvolve SP, Jucesp, Centro Paula Souza e Poupatempo. A iniciativa prevê qualificar 1 milhão de pessoas em gestão empreendedora por ano e conceder R$1 bilhão em microcrédito, por meio do Banco do Povo, nos próximos 4 anos. 6 PILARES DO PROGRAMA Qualificação empreendedora: Por meio do Sebrae SP, o programa oferece cursos de gestão e educação financeira. QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro Paula Souza irá oferecer cursos de qualificação profissional através dos programas Via Rápida e SP Criativo. VIA RÁPIDA Oferece cursos gratuitos de qualificação profissional de curta duração, de 100 horas a 160 horas, para jovens e adultos em busca de uma oportunidade no mercado ou de geração de renda. Os cursos são oferecidos de acordo com demandas locais e dinâmicas regionais de empregabilidade. São Paulo Criativo O São Paulo Criativo é uma iniciativa com enfoque na qualificação e formação profissional para o desenvolvimento da criatividade, em um ambiente de aprendizagem que favorece a inovação e o empreendedorismo. A carga horária é de 160 horas a 230 horas e o objetivo é contribuir com a geração de emprego e renda nas áreas de Tecnologia, design, artes, gastronomia, arquitetura, marketing digital, dentre outras que compõem o setor da economia criativa. Acesso ao crédito: Por meio do Banco do Povo SP, o empreendedor terá acesso a linhas de microcrédito de até R$50 mil, com as menores taxas de juros entre as instituições financeiras do país, a partir de 0,35% ao mês. E pela Desenvolve SP as micro e pequenas empresas terão acesso a financiamentos de até R$ 500 mil para capital de giro com prazos de 36 meses. BANCO DO POVO É um programa de microcrédito produtivo desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico e a criação de oportunidades. Com a menor taxa de juros entre as instituições financeiras do país, o programa credita valores para capital de giro e investimento fixo, como a aquisição de mercadorias em geral, matérias-primas, máquinas, ferramentas, equipamentos, veículos e até mesmo itens para publicidade e divulgação do empreendimento. DESENVOLVE SP É a instituição financeira do Governo do Estado de São Paulo que oferece crédito para as micro, pequenas e médias empresas paulistas, incentivando o crescimento da economia e a geração de emprego e de renda. As opções de crédito da Desenvolve SP atendem todas as necessidades da empresa financiando os projetos de investimento em ampliações e modernizações, a aquisição de máquinas e equipamentos e projetos. O destaque é a modalidade Crédito Digital que aprova capital de giro em até dois dias úteis. FORMALIZAÇÃO Facilidade e orientação para que o empreendedor possa formalizar seu negócio e abrir sua empresa com agilidade. Ação conjunta da Jucesp e Sebrae SP. Acesso ao mercado: Em breve, o empreendedor poderá criar sua loja virtual em plataformas parceiras e realizar suas vendas, oferecendo ao consumidor a possibilidade de comprar tudo via internet. Ação do Sebrae SP em parceria com e-commerces de venda online. Inovação tecnológica: Em breve, o programa irá oferecer em parceria com o IPT e a Fapesp ações de fomento à inovação e tecnologia para pequenas e médias empresas. METAS DO EMPREENDA RÁPIDO - Qualificar 1 milhão de pessoas em gestão empreendedora por ano; - Conceder R$ 1 bilhão de reais em microcrédito, por meio do Banco do Povo, nos próximos 4 anos; - Formar 250 mil pessoas em cursos técnicos alinhados à gestão empreendedora; - Promover melhores condições aos empreendedores de acesso ao mercado; - Prestar apoio, incentivos e acesso ao ecossistema de Inovação e P&D às PMEs; - Promover, até o final de 2019, a abertura de empresas de baixo risco em até 24 horas e formalização para empreendedores; - Conceder empréstimos para 175 mil empreendedores.
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22/07 - Todo o apoio ao empreendedorismo
O empreendedorismo é um meio rápido e eficiente de gerar milhares de empregos no país. Estimular a economia criativa e facilitar o surgimento de novos negócios devem ser diretrizes de gestão pública e compromisso dos governantes para gerar mais postos de trabalho, renda e prosperidade socioeconômica. Como gestor público, tenho a obrigação de defender o empreendedorismo. O poder público deve ser facilitador e promotor da atividade. É com este objetivo que o Governo de São Paulo lançou o programa Empreenda Rápido. A meta é desburocratizar ao máximo a abertura de empresas, além de oferecer linhas de crédito e conhecimento técnico a quem pretende abrir ou ampliar o seu negócio. Os processos para abrir, fechar ou regularizar micros e pequenos negócios serão agilizados e concluídos em 48 horas. Nossa gestão vai facilitar financiamentos por meio do Banco do Povo e da Desenvolve SP, com linhas de microcrédito de até R$ 50 mil e taxas de juros a partir de 0,35% ao mês. O dinheiro poderá ser utilizado em capital de giro ou como investimento em matérias-primas e equipamentos. Em parceria com o Sebrae SP, vamos capacitar empreendedores com conhecimento teórico e cursos de gestão administrativa. Outra meta prioritária é ampliar a capacitação de mão-de-obra qualificada para os desafios de mercado. Para tanto, contamos com a excelência do Centro Paula Souza em formação técnica para coordenar os programas Via Rápida, SP Criativo e Novotec em todas as regiões do estado. A vocação dos brasileiros para empreender é respaldada pelos dados oficiais. Segundo estudo recente do Sebrae, 99% de 6,4 milhões de estabelecimentos do país são MPEs (micro ou pequenas empresas). Elas respondem por 16,1 milhões de vagas formais, o que equivale a 52% de todos dos empregos com carteira assinada no setor privado. Em São Paulo, não é diferente. De todas as empresas paulistas, 98% são MPEs. Temos 3,8 milhões de micro e pequenos negócios, o equivalente a 30% de todas as empresas brasileiras com este perfil. Elas geram 50% dos empregos formais em 645 municípios e respondem por 39% de toda a folha de salários pagos no estado. Existe potencial para números ainda mais expressivos, desde que os governos e a burocracia estatal não atrapalhem os brasileiros que desejam ter o próprio negócio. Empreender é ter coragem, ousadia e criatividade. O Governo de São Paulo se compromete a criar um ambiente de negócios competitivo, transparente, desburocratizado e cada vez mais digital e tecnológico. São Paulo tem pressa. E o Brasil também.
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19/07 - Confiança do empresário aumenta em julho, informa CNI
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) subiu 0,5 ponto em relação a junho e alcançou 57,4 pontos em julho. Foi o segundo aumento consecutivo do indicador, que está 2,9 pontos acima da média histórica de 54,5 pontos, informa a pesquisa divulgada nesta quinta-feira (18) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes.  O otimismo dos industriais aumentou porque melhoraram as expectativas em relação ao desempenho da economia e das empresas nos próximos seis meses. O índice de expectativas subiu de 61,7 pontos em junho para 62,1 pontos em julho. “As expectativas em relação à economia brasileira aumentaram um ponto em relação a junho”, observa o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. “Essa melhora pode estar ligada às perspectivas de aprovação da reforma da Previdência. O levantamento cobriu os primeiros dez dias de julho, quando a reforma estava sendo encaminhada para votação com perspectivas bastante positivas de aprovação”, afirma Castelo Branco. O texto-base da reforma da Previdência foi aprovado no dia 10 e a pesquisa ocorreu entre 1º e 11 deste mês.  No entanto, a percepção sobre a situação atual dos negócios e da economia piorou. O indicador de condições atuais caiu de 47,6 pontos em junho para 47 pontos em julho e continua abaixo da linha divisória dos 50 pontos. Isso indica falta de confiança.  PORTE DE EMPRESA E REGIÕES - De acordo com a pesquisa, a confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI subiu para 58,2 pontos neste mês. Nas médias empresas, o índice também aumentou e alcançou 57,5 pontos. Nas pequenas indústrias, o ICEI caiu 0,4 ponto frente a junho e ficou em 55,4 pontos em julho.  A confiança é maior entre os empresários do Centro-Oeste, onde o ICEI chegou a 59,6 pontos. No Nordeste, o ICEI cresceu 1,4 ponto em relação a junho e ficou em 58,2 pontos em julho. No Norte, o indicador deste mês foi de 57,7 pontos, no Sul, de 57,1 e, no Sudeste, de 56 pontos. Castelo Branco explica que a informação sobre a confiança é importante porque aponta a predisposição dos empresários para tomar riscos e tocar projetos de investimentos, de aumento da produção e contratação de trabalhadores. “Um empresário confiante no desempenho da empresa e da economia está disposto a levar à frente seus projetos. Com baixa confiança, ele se torna uma pessoa mais conservadora, mais temerosa do futuro e, portanto, reduz os investimentos”, explica.  Esta edição do ICEI ouviu 2.391 empresas. Dessas, 942 são pequenas, 904 são médias e 545 são de grande porte. 
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19/07 - Iniciativa inédita da ABDI premiará simulações industriais em ambiente virtual
A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) vai premiar dez projetos inovadores para resolver problemas de empresas do setor produtivo e de serviços. O objetivo é selecionar propostas de simulações de linhas de produção em plataformas digitais, as chamadas "Fábricas Virtuais". As iniciativas poderão ser apresentadas por especialistas, empresas ou startups a partir do dia 29 de julho. O edital foi publicado na sexta-feira (12). O valor total da premiação é de R$ 260 mil, sendo R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 40 mil para o segundo, R$ 30 mil para o terceiro e R$ 20 mil para os demais. “Os métodos de simulação de linhas de produção por meio de softwares específicos são ferramentas analíticas poderosas. Com eles, simulamos o comportamento de um sistema produtivo e as diversas variáveis e situações operacionais”, aponta Bruno Jorge, coordenador de Indústria 4.0 da ABDI. Os programas de simulação chegam a ter 95% de aderência à realidade, ou seja, são uma imitação quase perfeita das plantas industriais. Desta forma, os testes em ambiente virtual antecipam problemas das linhas de produção. Além disso, é possível simular projetos que ainda não saíram do papel, verificando sua eficiência, eficácia e operacionalidade antes de serem implantados. As simulações incluem a representação gráfica dos trabalhadores, insumos e equipamentos em movimento, ilustrando os fluxos dentro da fábrica. As ferramentas geram estimativas de desempenho em termos de tempo de processamento, de utilização de recursos, dimensionamento de estoques intermediários e de operação em cada estação de trabalho. O projeto permitirá a aproximação da ABDI aos problemas reais do setor, como explica Bruno Jorge. “Não temos conhecimento de nenhum concurso desta natureza realizado por uma entidade pública brasileira nos últimos anos. O nosso objetivo ao premiar projetos inovadores nesta área e estimular a difusão destas práticas nas indústrias e empresas de serviços no país, para que os princípios da indústria 4.0 sejam cada vez mais aplicados”. A adoção de conceitos da indústria 4.0 na matriz produtiva brasileira pode gerar uma economia de R$ 73 bilhões ao ano. A ABDI também lançou, no final de 2018, o edital para as chamadas “Fábricas do Futuro” (testbeds, no termo em inglês). Foram selecionadas as dez melhores propostas, que receberam R$ 300 mil cada.
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19/07 - Fim de taxa no Mercosul beneficia exportador
As empresas brasileiras estão perto de obter uma importante vitória nas exportações para os sócios do Mercosul. Um acordo de facilitação de comércio no bloco foi praticamente concluído na reunião de cúpula em Santa Fé (Argentina). Só não houve anúncio porque um dos ministros uruguaios responsáveis pela decisão final precisou voltar antes da hora para Montevidéu. Com o acordo, serão eliminadas as taxas estatísticas e consulares que encarecem produtos brasileiros nos países vizinhos. Nas estimativas do governo, só a taxa argentina gera prejuízos em torno de US$ 500 milhões por ano aos exportadores do Brasil. Além disso, operadores econômicos autorizados (OEA) devem ganhar reconhecimento mútuo no Mercosul. São empresas que operam no comércio exterior, têm histórico de boas práticas e tidas como "confiáveis" pelas autoridades alfandegárias. Por isso, enfrentam menos burocracia na hora de exportar ou importar. A Argentina cobrava 0,5% sobre o valor dos importados como taxa de estatística e subiu essa alíquota no ano passado para 2,5%, até dezembro deste ano, alegando necessidades de reforçar a arrecadação tributária em meio à crise fiscal. O Uruguai cobra 3% como taxa consular. No Paraguai, varia entre US$ 25 e US$ 50 por produto. O grande drama é que, no recente acordo de livre-comércio União Europeia-Mercosul, os exportadores europeus recebem isenção do pagamento da taxa. Não é um ganho imediato, mas está no compromisso. A Argentina promete eliminar a cobrança em até três anos, para empresas europeias, enquanto Uruguai e Paraguai darão isenção em um prazo de dez anos. Se as taxas continuarem a ser aplicadas sobre produtos brasileiros, haverá perda de competitividade em relação aos concorrentes da Europa - sem falar no encarecimento em relação aos similares nacionais em cada mercado. Apesar da impossibilidade de última hora de assinar o acordo de facilitação de comércio em Santa Fé, negociadores brasileiros garantem que o risco de revés é baixíssimo. A dúvida é apenas se o anúncio ficaria para a próxima cúpula presidencial, em dezembro, ou se seria feito antes. Um funcionário do governo Jair Bolsonaro resume: "Pode ter pouco apelo, mas é algo que afeta demais o dia a dia dos exportadores". Ele acrescenta que o acordo também representaria avanço relevante no fim das barreiras internas do Mercosul. "Vamos apostar forte pela consolidação e modernização do bloco", disse o presidente da Argentina, Mauricio Macri, antes de repassar a presidência rotativa do Mercosul para o Brasil. "Agora temos uma agenda inadiável de competitividade", completou Macri, ao lembrar que o acordo com a UE impõe a necessidade de reformas. "Não é um ponto de chegada, mas de partida." Nos seis meses de presidência brasileira, a intenção do governo é ter pelo menos um novo tratado de livre-comércio, provavelmente com o EFTA - bloco que reúne Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. Outra prioridade envolve a revisão da Tarifa Externa Comum (TEC), a primeira em 25 anos, com um plano de trabalho para o corte gradual das alíquotas de importação conjuntas. Assim como a cobrança de taxas consulares e de estatística, o Brasil acredita que outros pontos do tratado UE-Mercosul forçam o bloco sul-americano a buscar soluções para suas próprias barreiras. Um exemplo é o intercâmbio de automóveis e de açúcar - o próprio Bolsonaro mencionou esses dois setores, que estão fora do livre-comércio na região. No caso dos automóveis, o Mercosul se comprometeu a retirar tarifas sobre uma cota de carros europeus em sete anos e eliminar completamente as alíquotas em 15 anos. Mas uma contradição sempre é lembrada pelo governo brasileiro: apesar disso, a Argentina não permite o livre-comércio dentro do próprio bloco para veículos.
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19/07 - Governo de SP publica normas para ampliar oferta de voos no Estado
A Secretaria Estadual de Logística e Transportes e a Secretaria Estadual de Turismo publicam o decreto, no Diário Oficial desta sexta-feira (19), que regulamenta o benefício da redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) para as empresas aéreas. Proposta pelo governador João Doria e já aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), a medida prevê a diminuição do tributo de 15% para 12% sobre o combustível de aviação. Contrapartidas A desoneração tributária será compensada pelas contrapartidas geradas pela ampliação dos serviços oferecidos pelas companhias. Sendo assim, será formado um fundo de R$ 40 milhões para custear ações de marketing, com o objetivo de incentivar que os visitantes ampliem os dias de permanência em São Paulo. O regulamento prevê ainda que as empresas operem voos para novas cidades paulistas e elevem para pelo menos 490 o número de partidas semanais no território paulista, com destino a 38 municípios em 21 Estados. A ação é parte do Programa São Paulo pra Todos, que tem o objetivo de ampliar a malha aérea a partir de diversos aeroportos paulistas. As companhias têm 180 dias para implementar as medidas e também criar seis novos destinos dentro do Estado, aumentando a oferta para localidades de todo o Brasil. Alíquota O corte na alíquota que incide sobre o querosene de aviação comercializado em São Paulo é reivindicação antiga das companhias aéreas. Segundo estudos do setor, o preço do combustível representa em torno de 40% do custo operacional total das empresas. O anúncio, feito em fevereiro deste ano, agitou o mercado, e mesmo antes do Projeto de Lei ser aprovado na Alesp, Latam, Gol e Azul anunciaram a ampliação dos voos. Com a nova alíquota, a arrecadação prevista para 2019 sobre a comercialização de querosene aéreo cairá de R$ 627 milhões para R$ 422 milhões, mas a compensação total (direta, indireta, induzida e catalisada) representa uma previsão de ao menos R$ 316 milhões. A estimativa é que 59 mil empregos sejam gerados nos próximos 18 meses a partir da desoneração, com previsão de R$ 1,4 bilhão em salários anualmente.
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19/07 - Hirota investe R$ 37 milhões com fábrica em São Bernardo
A rede de supermercados Hirota vai investir US$ 10 milhões (mais de R$ 37 milhões) em uma fábrica de alimentos e um centro de distribuição, já em montagem no bairro Demarchi, em São Bernardo. O empreendimento compreende 26 mil metros quadrados de área construída e deve gerar 250 empregos diretos. O investimento se deve à necessidade de crescimento da rede, que hoje tem 36 lojas e deve fechar o ano com 48, entre os modelos Hirota Food e Express (loja de proximidade). Segundo o gerente geral da rede, Hélio Freddi, este ano o crescimento deve ficar em 9% com as novas lojas. “O investimento em São Bernardo vem em função da necessidade de uma área maior, então vamos transferir a nossa fábrica do Ipiranga”, explica. Freddi diz que parte do empreendimento começa a funcionar já no primeiro semestre de 2020, isso porque o terreno comprado já conta com 10 mil metros construídos. “Já vamos começar a operar uma parte, o que não impede a construção dos outros 16 mil metros quadrados”, afirma. A nova fábrica terá bastante tecnologia na linha de produção, que será parte importante do investimento. Para a linha de produtos Hirota Food, conhecida no mercado, o uso de equipamentos de ponta é fundamental para aumentar a produtividade, sem perder nada da qualidade. “Vamos importar uma máquina do Japão que tem capacidade de produzir 2 mil coxinhas por dia. Esse é um dos nossos produtos mais vendidos, cerca de 50 mil unidades por mês”, enumera Hélio Freddi. Pela linha de produtos e pelo número de lojas, a rede figura entre as 300 maiores redes de varejo no ranking da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo). O investimento em São Bernardo será um gancho para saltar da posição 239 para alguns degraus acima. “O nosso diferencial da concorrência é a linha Hirota Food, que é muito forte no mercado. Estamos acreditando muito que este investimento será o grande diferencial da rede”, analisa. Santo André Mesmo depois de fechado o negócio com o terreno em São Bernardo, a rede continua com olhos no ABC. “Acreditamos no potencial da região”, comenta. A cidade que está na lista de desejos do Hirota é Santo André, onde ainda não tem loja da marca. “Pensamos em uma unidade na cidade, mas isso ainda está em fase de prospecção”, diz.
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18/07 - InvestSP realiza segunda edição do Encontro com Experts
Nesta quinta-feira, 18 de julho, foi realizada pela InvestSP a segunda edição do Encontro com Experts, programa da agência com o objetivo de oferecer apoio ao exportador. A edição foi focada em informações para ajudar empresas brasileiras que desejam entrar no mercado americano. Os temas abordados foram o acesso ao mercado americano, estrutura de negócios, regulação e leis trabalhistas. Realizado na sede da InvestSP, o encontro contou com a presença de empresários interessados em inserir seus negócios no mercado dos Estados Unidos. A palestrante Camila Moura, Diretora de Produtos e Serviços na AMCHAM-Brasil falou sobre a recepção do mercado americano aos produtos brasileiros. Ela apontou a importância da região sudeste, que responde por 58,9% comércio brasileiro com os EUA – em especial São Paulo, que corresponde a 34,1% (US$ 19,7 bilhões). Camila também ressaltou que os EUA são o principal investidor estrangeiro do Brasil, tendo investido mais de US$ 33 bilhões nos últimos cinco anos. O próximo Encontro com Experts acontece dia 15 de agosto, novamente na sede da InvestSP. A edição será realizada em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e irá abordar o tema da adequação de produtos para exportação e financiamento de certificação. O evento contará com a presença de Mari Katayama, Diretora de Atendimento Tecnológico à Micro e Pequena Empresa do IPT.
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18/07 - São Paulo está entre as 50 cidades mais favoráveis ao empreendedorismo feminino
São Paulo está entre as 50 cidades mais promissoras para o empreendedorismo feminino, segundo o índice "Women Entrepreneur Cities (WE Cities) 2019", produzido pela Dell Technologies em parceria com o IHS Markit. O estudo, divulgado a cada dois anos, tem como base o impacto de  políticas, programas e características locais para definir o índice. São Paulo é a única cidade brasileira citada no ranking, tendo ficado no 45º lugar. Segundo conclusões do estudo, a capital paulistana ganhou destaque por conta do aumento dos investimentos locais para o empreendedorismo feminino e aparece no segundo lugar entre as dez cidades com mais melhorias no ambiente operacional para empreendedoras, atrás de Washington e à frente de Belfast (Irlanda), Istambul (Turquia), Vancouver (Canadá), Boston (Estados Unidos), Sydney (Austrália), entre outras. As cinco cidades mais favoráveis às mulheres empreendedoras estão, na maioria, nos Estados Unidos, com exceção de uma. São elas: São Francisco, Nova York, Londres, Boston e Los Angeles. Com base em dez anos de pesquisa sobre mulheres empreendedoras, o índice pesquisou e classificou as cidades a partir de cinco importantes características: acesso a Capital, Tecnologia, Talento, Cultura e Mercados. Esses pilares foram organizados em dois grupos: ambiente operacional e condições favoráveis. A classificação geral é baseada em 71 indicadores, dos quais 45 têm um componente baseado em gênero. Os desafios Com relação às barreiras enfrentadas pelas cidades avaliadas, o índice ressalta: falta de financiamento, custo de vida alto, baixa representatividade de mulheres em cargos de liderança e falta de políticas governamentais que apoiam mulheres empreendedoras. "Quando investimos em mulheres, investimos no futuro; as comunidades prosperam, as economias melhoram e a próxima geração lidera com propósito", diz Karen Quintos, vice-presidente executiva e diretora de clientes da Dell. "Apresentando aos líderes e legisladores pesquisas práticas e orientadas por dados sobre o panorama para mulheres empreendedoras, podemos juntos acelerar o sucesso de empresas cujas proprietárias são mulheres em todo o mundo, removendo barreiras financeiras, culturais e políticas."
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18/07 - Governo de SP lança programa para capacitar e oferecer crédito a empreendedores
A partir desta sexta-feira (18/07), os paulistas que têm ou desejam abrir seu próprio negócio poderão contar com um estímulo extra. O Programa Empreenda Rápido, lançado pelo governo do estado de São Paulo, reunirá capacitação, atendimentos e oportunidades de crédito para empreendedores de todas as áreas. O programa será lançado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado em São Paulo (SP). O evento incluirá um mutirão para atender os interessados em receber desde instruções para abrir um negócio até empréstimos para financiar suas ideias (veja mais abaixo). Após a data, ele seguirá em prática por meio da parceria com diferentes frentes, incluindo o Sebrae e o Banco do Povo Paulista, programa de microcrédito do governo do estado. Uma plataforma online também reunirá informações e serviços direcionados ao público. Segundo a Secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico do estado, Patrícia Ellen da Silva, o objetivo é estimular que os cidadãos tenham no empreendedorismo uma oportunidade de renda frente ao desemprego ou subemprego. "Temos 3,7 milhões de desempregados no nosso estado, praticamente o maior desemprego que tivemos na última década. Ao fortalecer o microempreendedor, estamos trabalhando em uma política pública de oportunidade renda e geração de empregos", explica ela. Como funciona As ações promovidas pelo programa se dividem entre seis principais pilares: capacitação empreendedora; formação técnica voltada à área do negócio; acesso ao crédito; apoio à formalização; acesso ao mercado e adoção de tecnologias e inovações. "A plataforma virtual vai acompanhar toda a jornada, desde um 'raio X' inicial para entender o estágio do negócio até o acesso a diferentes serviços e conteúdos", diz a secretária estadual. No âmbito físico, espaços como as unidades do Sebrae no estado e os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PAT) passarão a oferecer atendimentos de forma integrada às iniciativas. Por meio do Banco do Povo, o governo estadual também planeja lançar uma nova linha de microcrédito até o fim do ano. A previsão é conceder até R$ 150 milhões até o fim de 2019 e R$ 1 bilhão até 2022. A proposta, segundo a secretária estadual, também é oferecer condições mais acessíveis aos pequenos empresários. As linhas oferecidas hoje têm taxas de 0,35% ao mês e valores de até R$ 50 mil. Mutirão Na sexta-feira (18/07), durante o lançamento do programa, os interessados em receber informações, inscrever-se em cursos ou solicitar crédito para os seus negócios poderão receber atendimento presencial no Palácio dos Bandeirantes. O evento ocorrerá das 12h às 18h e tem entrada gratuita. Para garantir presença, é possível fazer uma pré-inscrição por este link. Mais detalhes sobre os serviços oferecidos, incluindo os documentos necessários para solicitações de crédito e outros serviços, podem ser consultados neste link ou pelo número 0800 570 0800.
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18/07 - Região de Araraquara terá aumento de 47% na próxima safra da laranja
A safra de laranja 2019/2020 deve ser a maior da história em produtividade por hectare no cinturão citrícola de São Paulo e triângulo sudoeste mineiro. A estimativa foi feita pelo Fundecitrus. Cada hectare deve produzir 1051 caixas de laranja, um aumento de 36% na média em relação as 765 caixas por hectare colhidas na safra anterior. Na região de Araraquara, o crescimento deve ser ainda maior, quase 47% em relação à safra anterior. Ou seja, aproximadamente 1125 caixas de laranja por hectare nesta colheita. O coordenador da pesquisa de estimativa de safra do Fundecitrus, Vinícius Trombin, conta que o setor da laranja passou por uma revolução. "O replantio de 80% dos pomares nos últimos 15 anos, implementados sob um novo conceito de mudas, que têm maior nutrição e irrigação direcionadas, faz com que ele seja de melhor qualidade. Além disso, esses pomares implementados com uma densidade maior e o sucesso no combate as doenças e pragas da citricultura, combinado com as questões climáticas, resultou nessa produtividade. A maior da história da citricultura", explica. De acordo com o fundo, das 5, 8 mil propriedades da laranja na região, cerca de 80%, ou seja, mais de 4 mil, são de pequenos produtores - com menos de 20 mil pés de laranja. Por conta do alcance para grandes e pequenos produtores, o aumento na produtividade deve movimentar a economia da região de Araraquara e também aumentar a oferta de empregos no campo. "O produtor tem uma rentabilidade maior e com isso ele irá gerar maior renda. Afinal, o produtor paga para o funcionário e ele gasta no supermercado, açougue ou escola, movimentando o comércio de cidades como Araraquara, que são importantes na laranja. Além desse aumento, cresce ainda o número de empregos. Na citricultura nós estimamos 230 mil empregos diretos e indiretos", reafirma Vinicius. O estudo de estimativa da Fundecitrus mostra ainda que outras regiões terão aumento na produtividade por hectare acima da média de 36%. A região de bebedouro deve ter crescimento de 78% nas caixas de laranja por área em relação à safra anterior e a região de São José do Rio Preto, também analisada na pesquisa, aumento de 128%
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