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18/09 - Arábia Saudita anuncia compra de frutas, castanhas e ovos do Brasil
O Ministério da Agricultura anunciou hoje (17) um acordo comercial com a Arábia Saudita para ampliação das exportações de produtos do agronegócio brasileiro. A ministra Tereza Cristina se reuniu com representante da autoridade sanitária saudita, em Riade. Foram autorizadas as exportações de castanhas, derivados de ovos e a ampliação do acesso a frutas brasileiras. Somados, os produtos representam um mercado potencial superior a US$ 2 bilhões. Hisham bin Saad Al Jadhey, CEO da autoridade sanitária saudita, destacou que o país importa 80% dos alimentos que consome, provenientes de mais de 150 países. Nesse sentido, ele falou sobre a importância do acordo com o Brasil na garantia da segurança alimentar do país e ressaltou a qualidade dos produtos brasileiros. A ministra Tereza Cristina destacou o papel do Brasil como potencial fornecedor de outros ítens para a Arábia Saudita, como arroz, açaí e sucos. Entre os produtos mais vendidos para os sauditas estão carne de frango (in natura), açúcar de cana (bruto), carne bovina (in natura), soja (grão e farelo), milho, açúcar refinado e café (solúvel e verde). Em 2018, as exportações de produtos agropecuários para a Arábia Saudita renderam US$ 1,696 bilhão. Foram mais de 2,959 milhões de toneladas. A carne de frango representou 47,4% do valor vendido em 2018 para a Arábia Saudita (US$ 804 milhões e 486 mil toneladas). 
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17/09 - InvestSP apresenta oportunidades de investimentos a empresários chineses
O vice-presidente da InvestSP, Torquato Jardim, apresentou na última segunda-feira (16) as oportunidades de investimento existentes no Estado de São Paulo a um grupo de empresários e investidores da província chinesa de Shanxi. O encontrou ocorreu no Tivoli Mofarrej São Paulo Hotel e foi promovido pela Associação Comercial de São Paulo e pela China Trade Center. O seminário apresentou empresas e entidades chinesas, além de abordar como a InvestSP pode assessorar os interessados em desembarcar no Estado. “São Paulo tem um potencial econômico único, seja por seu amplo mercado consumidor, pela qualidade de sua infraestrutura ou pela qualificação da mão de obra disponível. Estamos certos que os investidores de Shanxi encontrarão aqui tudo o que precisam para se aproximar do nosso Estado. E a InvestSP estará aqui para contribuir no que for necessário”, disse Jardim. Do lado chinês, o vice-secretário da província chinesa, Chen Hecai apresentou a região ao grupo de brasileiros presentes e seus potenciais de negócios com o mercado brasileiro (a província tem um PIB de US$ 220 bilhões, e crescimento de 6,7% ao ano). Além de Chen, a delegação chinesa foi formada por diversas empresas dos setores de agronegócio, alta tecnologia, e sustentabilidade, entre outros.
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17/09 - Campinas é a cidade mais inteligente e conectada do Brasil
Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, é considerada a mais inteligente e conectada do Brasil em 2019, segundo a quinta edição do Ranking Connected Smart Cities, divulgado nesta terça-feira (17). O ranking é elaborado pela consultoria Urban Systems em parceria com a empresa de organização de eventos Sator. Esta é a primeira vez que esse estudo, antecipado com exclusividade por EXAME, elege uma cidade não capital como referência em desenvolvimento. Em 2015, a liderança ficou com o Rio de Janeiro, seguido nos dois anos seguintes por São Paulo e, em 2018, por Curitiba. Na edição deste ano, Campinas se destacou nas áreas de economia, tecnologia e inovação (1º lugar), empreendedorismo (2º), governança (3º) e mobilidade (4º). “Campinas fomenta o desenvolvimento tecnológico, tem estrutura e suporte para esse tipo de empresa, e também é um hub de educação, que permite desenvolver capital humano e também pensar soluções e estratégias para a cidade”, diz Willian Rigon, diretor de marketing da Urban Systems. Segundo destaca o levantamento, Campinas é referência em polo universitário, com a Unicamp e a Pontifícia Universidade Católica, polo tecnológico, polo de inovação e região industrial com forte apelo logístico e de distribuição. Na cidade, quase um quarto de todos os empregos formais são ocupados por profissionais com ensino superior, 5,2% dos empregos formais estão no setor de Tecnologia da Informação e 94,5% dos empregos na cidade estão no setor privado. Já em mobilidade, o aeroporto de Viracopos foi destaque não apenas pelo seu movimento de passageiros, mas também pelo potencial logístico, diz o relatório do Ranking Connected Smart Cities. Para compor o indicador final, o estudo leva em consideração 70 indicadores, que têm relação com mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia. Na edição deste ano, o ranking incorporou seis indicadores novos baseados na Norma Técnica ISO 37, que são o uso de veículos de baixa emissão de poluentes, dois critérios relativos à força de trabalho — percentual da força ocupada em setores de tecnologia e comunicação e percentual da força ocupada nos setores de educação e pesquisa —, numero de computadores e laptops em escolas públicas, percentual de resíduos plásticos recuperados na cidade e percentual da população que vive em regiões de baixa e media densidade. Há uma pontuação de peso 1 para 69 variáveis e peso 0,5 para a escolaridade do prefeito. Dessa forma, a pontuação máxima deste ano é de 69,5. Campinas, a cidade primeira colocada, registrou 38,977 pontos. Em seguida, aparecem São Paulo, Curitiba, Brasília e São Caetano. Das 100 cidades mais inteligente e conectadas deste ano, 67 estão no sudeste — 47 só no estado de São Paulo. Para o ranking final, é feito um mapeamento em todas as cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes (666 municípios). Há avaliação de cidades entre 50 mil a 100 mil habitantes, de 100 a 500 mil e acima de 500 mil. Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility, afirma que a proposta do ranking “não é criar competição entre as cidades, mas possibilitar que as boas iniciativas sejam compartilhadas”.    
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17/09 - Nanox é selecionada para programa de aceleração no Vale do Silício
A Nanox Tecnologia foi uma das 15 startups escolhidas entre 1.000 empresas de todo o mundo para participar do programa de aceleração de negócios da Plug and Play, plataforma global de inovação com sede no Vale do Silício, nos Estados Unidos. Já participaram dos programas de aceleração da Plug and Play empresas como a Dropbox, PayPal, Danger, Lending Club, entre outras. Selecionada nas categorias Novos Materiais e Alimentos e Bebidas, a Nanox desenvolveu solução bactericida e antimicrobiana que, aplicada em embalagem de plástico ou filme de PVC, aumenta a vida útil dos produtos. O desenvolvimento da tecnologia, em suas diversas etapas, contou com o apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP. O programa inicia neste semestre e terá duração de três meses, durante os quais os diretores da Nanox terão oportunidade de participar de programas de desenvolvimento de negócios e contar com mentoria de executivos de grandes empresas como PepsiCo, Lavazza, Sherwin Williams, Tyson Food, DuPont Ventures, entre outras. “Ao final desse período faremos pitch [apresentação de quatro minutos] para investidores e para grandes empresas que prospectam tecnologia. No mesmo evento, teremos um estande para network e demonstração de nosso produto”, disse Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox. A possibilidade de participar de um programa de aceleração no Vale do Silício vem em boa hora. “Iniciamos o processo de internacionalização em 2016, depois de conseguirmos a aprovação da Food Drug Administration [FDA, agência norte-americana que regula alimentos e medicamentos] para comercializar aditivos para o setor de embalagens”, contou Simões. A Nanox já se instalou em Boston, nos Estados Unidos, e aguarda a certificação da EPA – agência de proteção ambiental do país – para iniciar a comercialização dos produtos bactericidas. “O programa de aceleração irá aumentar a nossa visibilidade no mercado norte-americano”, disse Simões.   Tecnologia Inovadora Spin-off do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP, em São Carlos, a Nanox foi criada em 2004. No ano seguinte, a empresa submeteu o primeiro projeto ao PIPE-FAPESP para desenvolver tecnologia de deposição de nanopartículas de prata em filmes cerâmicos e em materiais metálicos, conferindo-lhes propriedades antiabrasivas e bactericidas. Em 2011, com o produto pronto para o mercado, a empresa obteve recursos do Programa PAPPE/PIPE – uma parceria entre a FAPESP e a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep) – para escalonar a produção das partículas antimicrobianas nanoestruturadas. Em 2015, o PIPE-FAPESP apoiou um novo projeto da empresa, o de desenvolvimento de aplicação de materiais fungicidas nanoestruturados. Nessa trajetória, a Nanox recebeu aporte de recursos do Fundo Novarum (Jardim Botânico Partners), venceu o prêmio Finep de Inovação Tecnológica em 2007 e conquistou clientes como a Taiff – fabricante de secadores e chapas para cabelo –, Tapetes São Carlos, Dabi Atlante, entre outros. O convite para a Nanox participar do processo de seleção de empresas da Plug and Play veio em julho. “Entramos no radar da plataforma global de inovação quando o site Diary Reporter reproduziu reportagem publicada na edição em inglês da Agência FAPESP”, contou Simões. “Fomos convidados a nos cadastrar na plataforma e, para nossa surpresa, fomos selecionados.”
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17/09 - Governo de SP apresenta maior concessão rodoviária do país a investidores europeus
O Vice-governador Rodrigo Garcia lidera uma equipe do Governo de São Paulo na Europa para apresentar a maior concessão rodoviária em curso no país a investidores internacionais. As reuniões começam nesta segunda-feira (16) e prosseguem até sexta-feira (20), em quatro países – Reino Unido, Itália, Espanha e Portugal. A concessão Piracicaba-Panorama abrange 1.273 km de rodovias que cortam 62 municípios de leste a oeste do estado de São Paulo, com expectativa de R$ 14 bilhões em investimentos ao longo de 30 anos. As reuniões da comitiva paulista no exterior serão feitas em Londres, Roma, Milão, Madri e Lisboa. Na capital britânica, o Vice-governador se encontrará com empresários na sede da embaixada brasileira para apresentar 21 projetos prioritários de concessões e PPPs (Parcerias Público-Privadas) do Governo do Estado. A equipe técnica é formada ainda pela Subsecretária de Parcerias, Tarcila Reis Jordão, e o Diretor-presidente da Artesp (Agência Reguladora dos Transportes), Giovanni Pengue. As reuniões focadas na concessão rodoviária lote Piracicaba-Panorama contam com o apoio de integrantes da IFC (International Finance Corporation), braço de consultoria do Grupo Banco Mundial, que organizou a agenda da delegação paulista na Europa. “O edital foi lançado no último dia 24 de julho e já tem data marcada para a realização do leilão na B3 [Bolsa de Valores de São Paulo] no próximo 28 de novembro. Temos apresentado o projeto para investidores e, agora, focamos nos europeus. São Paulo tem expertise em concessões rodoviárias, marcos regulatórios consolidados e oferece segurança para os investidores. Vamos gastar sola de sapato para vender nosso projeto”, afirmou Rodrigo Garcia. Na terça-feira (17), a comitiva segue para Roma. Em Madri, as reuniões serão realizadas entre quarta (18) e quinta-feira (19). Para sexta-feira (20), o IFC organizou encontros em Milão e Lisboa.   Inovações A concessão Piracicaba-Panorama garante R$ 14 bilhões em obras ao longo de 30 anos de contrato, sendo R$ 1,5 bilhão já nos primeiros dois anos. O lote é composto por trechos de 12 rodovias. Entre as intervenções previstas estão 600 quilômetros de duplicações e novas pistas, 23 quilômetros de vias marginais e 533 quilômetros de novas faixas para mais fluidez no escoamento da produção regional e segurança viária. A concessão vai gerar 7 mil novas vagas de emprego, e o repasse de impostos para os municípios deve chegar a R$ 2 bilhões ao longo do contrato. A proposta traz inovações como o desconto progressivo por usuário freqüente nas tarifas de pedágios – quem usar mais, vai pagar tarifas menores. Também haverá desconto de 5% para quem aderir à cobrança eletrônica. O edital também prevê rede wi-fi de internet ao longo das rodovias e pesagem eletrônica de caminhões.
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17/09 - Cetesb e Fetpesp assinam protocolo de intenções sobre veículos a diesel
A diretora-presidente da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Patrícia Iglecias, e o presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp), Mauro Artur Herszkowicz, assinaram, em 6 de setembro, um protocolo de intenções para a implementação do Programa para Melhoria da Manutenção de Veículos a Diesel (PMMVD). “O protocolo é uma ferramenta utilizada na manutenção da qualidade do ar no Estado e uma maneira de fortalecer as parcerias do Governo com setores da sociedade. O trabalho conjunto é uma das metas do Programa Nova Cetesb, em seu pilar de Portas Abertas”, salienta Patrícia Iglecias. Vale destacar que o programa apresenta o objetivo de reduzir a quantidade de veículos movidos a diesel em más condições de manutenção e diminuir os níveis de poluentes atmosféricos emitidos.   Medições As unidades móveis vinculadas ao Fetpesp, cadastradas pela Cetesb, deverão registrar sistematicamente as suas medições automotivas, de acordo com a regulamentação vigente. As informações integrarão um banco de dados utilizado para gerenciamento e controle do Programa. “A Federação tem 30 mil ônibus que serão regulados e avaliados sistematicamente. A unidades passarão, por exemplo, pelo teste de opacidade”, enfatiza Mauro Artur Herszkowicz. “A assinatura do protocolo de intenções com um segmento tão representativo é uma contribuição importante para o controle das emissões veiculares”, avalia o diretor de Engenharia e Qualidade Ambiental da CETESB, Carlos Roberto dos Santos. Patrícia Iglecias também reforçou a relevância dos trabalhos desenvolvidos no Estado em prol da qualidade do ar. “As ações voltadas ao controle das emissões de poluentes feitas em São Paulo causam reflexos em outras unidades da Federação. Na verdade, recentemente, representantes do Governo Paulista estiveram na China, que se interessou pelos métodos desenvolvidos em São Paulo para controle dos poluentes”, conclui.  
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17/09 - Câmara Francesa e Business France abrem inscrições para prêmio de startups
França-Brasil (CCIFB-SP) e pela Business France, a iniciativa busca ampliar a troca de experiências entre as empresas brasileiras e o ecossistema de inovação francês. Para participar, os interessados devem se inscrever, pelo site até, o dia 15 de outubro. Os três finalistas vão participar do Innovation Tech Day, que será realizado no dia 26 de novembro de 2019, no Cubo Itaú. No evento, cada startup irá apresentar seu projeto e a vencedora ganhará uma viagem à França e poderá fazer uma incubação nas aceleradoras Paris&Co e Le Village by CA. "O potencial de crescimento de startups nos mais diferentes setores da economia é enorme”, diz Sandrine Ferdane, presidente da CCIFB-SP. "Para a câmara, que é uma entidade que reúne empresas de todos os portes, há um desejo efetivo de fomentar cada vez mais a inovação."
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17/09 - Vendas do varejo avançam 1,40% em agosto frente a julho, diz Boa Vista
O Indicador Movimento do Comércio, calculado pela Boa Vista, apontou alta de 1,40% no desempenho das vendas no varejo em agosto na comparação com julho. Em relação a igual período de 2018, o crescimento foi de 1,20% e, no acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 1,30%. Na margem, todos os seguimentos do varejo registraram crescimento nas vendas. O setor de móveis e eletrodomésticos registrou o maior avanço na comparação com julho, de 1,90%. Também contribuíram para o resultado do índice supermercados, alimentos e bebidas, com alta de 1,30%, e tecidos, vestuários e calçados, cujas vendas cresceram 1,10%. Na comparação com agosto de 2018, móveis e eletrodomésticos também são o destaque, com alta de 2,90% nas vendas, acompanhados por tecidos, vestuários e calçados, que avançaram 2,60%. Apenas combustíveis e lubrificantes registram baixa nas vendas, com uma redução de 1,80%. Segundo a Boa Vista, o Indicador de Movimento de Comércio continua a oscilar, mas já há sinais de consolidação de uma tendência de aceleração. A expectativa é de que a liberação do saque de recursos do FGTS ajude a manter uma alta nas vendas.O Indicador Movimento do Comércio da Boa Vista é elaborado a partir da quantidade de consultas à base de dados da empresa por estabelecimentos do setor varejista.
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16/09 - Ciência Aberta: Startups são fundamentais para inovação na agropecuária
Lançado na última terça-feira (10), o sexto episódio do programa Ciência Aberta de 2019 cobriu o tema “O Rural na Era Digital”. Fundamentais para a agropecuária brasileira quadruplicar a sua produtividade nos últimos 40 anos, a ciência e a tecnologia começam a trilhar caminhos para cumprir a expectativa de produzir 40% de todo o alimento do mundo até 2050 sem aumentar a área ocupada por esta atividade. Participaram do debate Claudia Maria Bauzer Medeiros, professora do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro da coordenação do Programa FAPESP de eScience e Data Science; Leonardo Afonso Angeli Menegatti, engenheiro agrônomo, pesquisador e CEO da InCeres – sistemas para agricultura de precisão; e Silvia Maria Fonseca Silveira Massruhá, pesquisadora e chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária. “As startups estão vindo para a área do agro para fazer inovação no campo porque institutos federais como a Embrapa, órgãos estaduais e universidades precisam dessa parceria para ganhar agilidade”, disse Massruhá. A pesquisadora citou dados de um estudo lançado no dia 30 de agosto, pela Embrapa e outras instituições, segundo o qual existem hoje no país 1.125 startups voltadas para a agropecuária. “Até pouco tempo, havia cerca de 500 dessas empresas. Elas vão ajudar a mostrar para o mundo que o Brasil pode continuar a ser uma referência na agricultura sustentável nos próximos anos”, disse.   Sustentabilidade As novas tecnologias do campo estão em toda a cadeia produtiva, de internet das coisas (IOT, na sigla em inglês), passando por novos softwares, hardwares até o uso de grandes bancos de dados (big data) coletados por sensores, satélites e drones. “Sustentabilidade é uma palavra-chave em agricultura hoje. E a agricultura digital tem muito a agregar à rastreabilidade, ajudando a comprovar que aquela é uma produção sustentável. E o mundo quer saber se estamos usando bem os recursos”, disse Menegatti, cuja empresa é apoiada pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). Segundo o empresário, sensores de solo, por exemplo, podem tornar possível rastrear o alimento que chega à mesa, dando ao consumidor uma garantia de procedência da produção e até mesmo dos insumos e métodos de cultivo empregados – uma exigência cada vez maior do mercado. Algumas iniciativas estão ajudando a colocar o Brasil no mapa da inovação no campo. Uma delas é a Fazenda Areão, área experimental da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (Esalq-USP). Por meio de uma parceria com empresas, a fazenda é hoje totalmente conectada, com dados sendo coletados o tempo todo para aprimorar as novas tecnologias. Já na Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna (SP), foram instaladas startups que levaram vários tipos de sensores, estações agrometeorológicas e dispositivos para medir e melhorar a produtividade do solo, fazer correlações entre o clima e a lavoura, entre outros. A Embrapa teve ainda aprovado recentemente um projeto no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para uso de IOT na integração entre plantação de grãos, floresta e gado de leite, em que novas tecnologias serão testadas diretamente nas fazendas dos produtores rurais. “Além das iniciativas experimentais, há grandes produtores no Brasil usando essas tecnologias. Grupos grandes, com altíssimo nível de informatização, cobrindo desde a coleta dos dados, passando por equipamentos, sensores e até algoritmos que estão sendo desenvolvidos para otimizar toda a cadeia produtiva”, disse Medeiros. Para os especialistas, embora ainda haja uma resistência natural em realizar mudanças no modo de trabalhar, principalmente entre pequenos agricultores, a chegada da internet via smartphones faz com que a nova geração do campo esteja cada vez mais aberta a inovações. O episódio “O Rural na Era Digital” de Ciência Aberta teve a participação de alunos da Fatec Jacareí, da USP, da Universidade Federal do ABC (UFABC) e de interessados que se inscreveram para participar do programa. Ciência Aberta é uma parceria da FAPESP com o jornal Folha de S. Paulo. O programa é apresentado por Alexandra Ozorio de Almeida, diretora de redação da revista Pesquisa FAPESP. O novo episódio pode ser visto em www.fapesp.br/ciencia-aberta.
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16/09 - Robô criado por alunos da Fatec Itaquera é premiado na Febrava
Um robô que pode ser utilizado para a inspeção e análise de dutos de ar-condicionado e ventilação, foi desenvolvido por estudantes da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Itaquera, localizada na zona leste da Capital e ganhou o selo Destaque em Inovação e Sustentabilidade concedido pela Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava). O protótipo concorreu com diversos projetos e produtos apresentados durante a mostra competitiva da 21ª edição da Feira Internacional de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Febrava), que começou na terça-feira (10) e termina hoje na Capital. O evento reúne varejistas, distribuidores, engenheiros, instaladores, projetistas, técnicos, tecnólogos e outros profissionais do setor para negócios, troca de conhecimentos e divulgação das inovações e tendências tecnológicas. É uma das principais vitrines do mercado de climatização da América Latina. O robô criado na Fatec possui sensores para detecção de diversos gases auxiliando os serviços de inspeções de dutos de ar-condicionado. “Na maioria dos casos, esse tipo de tubulação é de difícil acesso ao trabalhador. Por isso a necessidade de dispositivos guiados”, explica um dos autores do projeto, Rafael Papis, aluno do curso superior tecnológico de Refrigeração, Ventilação e Ar Condicionado da Fatec Itaquera. “O diferencial deste protótipo, em relação aos demais produtos existentes no mercado, está na captação e armazenamento de dados durante a inspeção, que podem ser utilizados posteriormente”, conclui. Além de Rafael, outro estudante do mesmo curso, Otávio Buscaratto, participou do trabalho, ambos orientados pelo professor Fábio Arruda. “A participação em feiras como a Febrava é importante porque grandes empresas acabam se aproximando da Fatec, gerando oportunidades de estágios para alunos, doação de equipamentos para laboratórios, abertura de vagas de trabalho para tecnólogos e até mesmo a possibilidade de parcerias para pesquisas aplicadas às necessidades da indústria”, afirma a diretora da Fatec Itaquera, Anna de Carvalho.   Mais Fatec O Centro Paula Souza (CPS) foi representado no evento também pela Fatec Franco da Rocha. Localizada na Região Metropolitana de São Paulo, a unidade foi convidada para a feira por oferecer o curso superior tecnológico de Gestão de Energia e Eficiência Energética. “O setor de refrigeração e climatização tem participação muito grande no consumo de eletricidade das empresas”, diz o diretor da faculdade, Paulo Kanayama. “Em supermercados, por exemplo, chega a 70% dos custos operacionais.” As duas unidades ganharam um estande de 240 metros quadrados para expor projetos de estudantes. No mesmo espeço, os professores deram palestras relacionadas a refrigeração, ventilação, ar-condicionado, eficiência energética e energia solar, e atividades interativas para divulgar os cursos. Além do robô inspetor de dutos, outros projetos que se destacaram na mostra foram o kit didático que auxilia a compreensão de conceitos de eletricidade e de perda de carga em dutos de ar-condicionado, de estudantes do curso de Gestão de Energia e Eficiência da Fatec Franco da Rocha; e o refrigerador de latas de bebidas que gela o líquido em cinco minutos.   Homenagem Durante a Febrava, a diretora da Fatec Itaquera mediou o Encontro Nacional de Mulheres do Setor de Climatização. Anna de Carvalho também foi homenageada representando a contribuição feminina para o desenvolvimento da área.
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16/09 - USP cria laboratório pioneiro no País para estudo de malária e febre maculosa
Imagine que uma doença infecciosa comece a circular por uma determinada região. Os transmissores são insetos — mosquitos, por exemplo — e se espalham rapidamente. O número de casos disparam. A ciência, então, faz estudos para entender melhor a situação e traçar maneiras de agir. Mas, para a resposta ser rápida e menos arriscada, é necessário investimento em laboratórios especialmente seguros e capazes de realizar pesquisas precisas. Uma dessas doenças já existe. É a malária. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou 31.872 casos de malária nos três primeiros meses deste ano. No ano passado, foram 194.271. E o País acaba de ganhar um laboratório inovador para realizar estudos com microrganismos como os causadores da malária. O Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, em São Paulo, inaugurou o NB3. A princípio, o local terá como foco de estudos a malária e a bactéria Rickettsia rickettsii, que provoca febre maculosa brasileira, doença altamente letal. Já a malária, causada por parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada da fêmea infectada do mosquito Anopheles, se não for tratada, pode evoluir para casos de sérios riscos para a vida. Estudar um agente infeccioso e o vetor em um mesmo espaço é arriscado. É aí que o novo laboratório de parasitologia mostra seu diferencial em comparação aos outros NB3 do País Em uma mesma plataforma, mas em salas diferentes, trabalham-se as situações de manipulação de microrganismos e seus vetores, a experimentação em hospedeiros e os diagnósticos envolvendo as doenças. Através das análises, é possível detectar potenciais caminhos para a produção de inibidores da contaminação desses parasitas. O funcionamento diário do laboratório ainda vai esperar um pouco. Há uma série de testes, esterilizações do espaço e treinamento de pesquisadores que precisam ser feitos. No laboratório, serão manipulados microrganismos com nível de biossegurança 3, que possuem alto grau de patogenicidade, oferecendo risco à vida humana e ao meio ambiente. Há quatro ambientes: Unidade de Artrópodes (vetores), Unidade de Experimentação em Vertebrados (hospedeiros); Unidade de Imagens, que conta com um microscópio de tecnologia de 4D da Zeiss; e a Unidade de Cultura de Células e Tecidos, onde serão realizados os experimentos científicos e de diagnóstico envolvendo amostras humanas. O financiamento foi feito através de recurso da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e uma parte pelo programa europeu Marie Curie, que investe em bolsas e estruturas para cientistas. A equipe do Jornal da USP visitou o NB3 para conhecer a estrutura e saber os trabalhos científicos que serão desenvolvidos. O professor Carsten Wrenger, chefe do Departamento de Parasitologia do ICB e coordenador dos trabalhos de criação e construção, e o professor Cláudio Marinho, também do ICB, apresentaram o local.   Como é um laboratório de biossegurança 3 Antes mesmo de entrar pela porta de inox da entrada do laboratório, uma TV projeta para o saguão todas as imagens das câmeras que estão espalhadas pelos ambientes internos. Crachá exclusivo para abri-la. Depois, é preciso colocar proteções para os pés. “Trabalhamos com transparência e segurança. O que sai daqui são só os resultados”, diz em tom de brincadeira o professor Wrenger. Feita a primeira prevenção, passa-se para um segundo ambiente. É preciso trocar de roupa — toda a roupa — e colocar uma espécie de capa que suporta um alto nível de pressão. A vestimenta é quente. Quando estiver em operação, o laboratório terá uma temperatura baixa. O uniforme é descontaminado após o uso com etanol. O laboratório conta com sistema de radiação ultravioleta em todo o seu interior para a descontaminação geral. “Mas ele só pega depois que não estiver ninguém dentro. Ele trabalha como um sensor de presença de pessoas”, segundo Wrenger. A presença de portas que separam as salas iniciais é para que a pressão possa variar gradualmente de um ambiente para o outro, como forma de segurança. “Assim, não há contaminação por conta do ar que entra na sala”, conta o pesquisador. As portas também são abertas através de sensores e têm um revestimento de borracha nas extremidades que encostam na parede de sua estrutura quando se fecham. Tem ainda mais uma sala que dá entrada às três diferentes unidades especiais. O professor Wrenger chama a atenção para algo simples, mas importante na construção desse laboratório. “A água é independente. Um sensor detecta se ela está faltando. Ela tem um tratamento próprio. Depois de lavar algo aqui” — ele abre a torneira que também funciona com sensibilidade — “a água vai para esse sistema”. Embaixo e na parte superior da pia há um reservatório que lança um reagente extremamente forte e que “mata tudo”. Além da água, o circuito elétrico também é autossuficiente, através dos sistemas no-break, que garante o funcionamento em caso de queda de energia. Para entrar na Unidade dos Artrópodes, mais uma vez é preciso entrar em um pré-ambiente. Nele, é lançada uma cortina de ar para criar uma pressão necessária. Só então é possível chegar onde os vetores estarão incubados futuramente. De início, serão mosquitos e carrapatos por conta do estudo de malária — pelo grupo do professor Carsten —  e febre maculosa brasileira — pela linha de pesquisa da professora do ICB Andréa Cristina Fogaça. “Se, por um acaso, o mosquito escapar, ligamos essa luz azul para atraí-lo. No caso do carrapato, temos inox nas partes inferiores com uma espécie de cola. O carrapato não sobe e fica grudado ali”. Ao lado da incubação, uma estrutura permite ao cientista manipular o agente infeccioso presente no vetor, podendo mudá-lo geneticamente.  Na sala de vertebrados, são realizados os experimentos com os hospedeiros e as retiradas de amostras. Mas a análise de diagnósticos fica em uma outra: a de microscopia. “Aqui, os vírus ou bactérias são mostradas na sua intimidade. É uma microscopia ultra virtual, onde podemos checar as células e, com as lâminas de fluorescências, realizar uma análise em um filme de imagens em 4D”, aponta o professor enquanto mostra um equipamento da Zeizz. Os trabalhos podem ser pré programados através de um software e as imagens são passadas em telas ao lado do microscópio. A última unidade é a sala de cultura e tecidos. Também é possível analisar as  lâminas, observar através de microscópios, entre outras operações, como medir a atividade celular. Há ainda uma tela que realiza videoconferências para qualquer lugar do mundo, onde os pesquisadores podem mostrar seus trabalhos. “Ter essa estrutura serve para as perspectivas de futuro. É uma infraestrutura apropriada para lidar com a infecção e a transmissão. São problemas grandes para a sociedade essas doenças”, diz Wrenger. Ele, que coordenou os trabalhos de construção do laboratório, diz que não havia um padrão. “Criamos tudo aqui, o que levou muito tempo de trabalho, mas funciona.” Foram cinco anos para finalizar as obras do prédio.  
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16/09 - Startout Brasil seleciona 17 startups para participar de imersão em Boston
O StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, escolheu 17 startups para participar do seu 8º ciclo de internacionalização. Ao todo, foram selecionados 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um Ciclo do StartOut Brasil; e duas startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. Entre os dias 22 e 27 de setembro de 2019 essas empresas farão uma imersão no ecossistema de Boston, Estados Unidos, para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócios organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros. Veja abaixo quais foram as startups escolhidas para participar na categoria “ampla concorrência”: Engage – solução para estruturar os principais processos de desenvolvimento de pessoas dentro de uma organização; APTAH – empresa de bioinformática especializada em desenvolver e validar novos medicamentos e métodos de diagnóstico; InEvent – especialista em soluções digitais para eventos e desenvolvedora de soluções para credenciamento, logística, aplicativos de engajamento, métricas em tempo real e coletores sociais de dados; Starline Tecnologia S/A – desenvolvedora de soluções que geram clareza e simplificam todas as etapas de um processo de avaliação; Eco Panplas – tecnologia produtiva limpa e sustentável, voltada para a reciclagem de embalagens plásticas de óleo lubrificante; Pix Force – empresa que utiliza tecnologias de visão computacional, inteligência artificial e machine learning para aquisição e interpretação automática de imagens e vídeos; SlicingDice – solução baseada em nuvem que fornece todas as ferramentas fundamentais usadas por técnicos e executivos para transformar os dados brutos das empresas em decisões orientadas para os negócios; PluriCell Biotech – empresa de Pesquisa e Desenvolvimento cujo principal foco é gerar células humanas especializadas a partir de células-tronco; Bright Cities – plataforma que executa um algoritmo complexo com toneladas de dados para criar um roteiro feito sob medida para que cidades possam se tornar mais inteligentes; Delfos Intelligent Maintenance – tecnologia que permite alcançar excelência operacional aproveitando todos os dados disponíveis dentro da organização; Cíngulo – aplicativo de terapia guiada que ajuda as pessoas a superarem os problemas emocionais e aumentarem o autoconhecimento; GYTH Desenvolvimento de Sistemas Ltda. – empresa de otimização de processos e gestão de logística; Aerothermal Solutions – desenvolvedora de projetos complexos para diversos segmentos da indústria, como aeroespacial, óleo e gás, pesada, transportes e máquinas e equipamentos; 3D Biotechnology Solutions – startup que possibilita a construção de tecidos humanos vivos que comprovadamente funcionem como tecidos nativos; Ubivis – solução completa para otimizar a operação industrial com a utilização de IoT; E as selecionadas como “graduadas”: Portal Telemedicina LTDA – central médica online que une tecnologia e medicina para atender clientes em todas as etapas do negócio; RECICLAPAC – empresa especializada no desenvolvimento de tecnologias de embalagens para logística reversa otimizada. Ciclo Boston Durante a missão as startups farão conexão com importantes players do ecossistema para, quando voltarem, aprimorarem sua estratégia de expansão e maximizar as oportunidades identificadas no exterior. Para preparar essas empresas para a imersão em Boston, o StartOut Brasil oferece consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma Passaporte para o Mundo da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino e sessões online de treinamento de pitch. Além disso, nos dias 23 e 24 de agosto, os participantes tiveram a oportunidade de participar de um workshop presencial em São Paulo, no qual assistiram palestras do Centro de Inovação, Excelência e Liderança (IXL Center), da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) e do SelectUSA, programa do governo dos EUA que facilita o processo de conquista de investimento. Nestes dois dias, as startups também puderam conhecer um pouco melhor cada um dos organizadores do StartOut Brasil, realizar network, ter acesso a agenda da missão e passar por Elevator Pitch, treinamento de pitch e reuniões com o matchmaker. Para Roberto Machado, Cofundador da MarketFit, plataforma americana de aceleração de startups focada em treinamento de pitch, o trabalho iniciado durante o workshop ainda não terminou. “Meu papel é de ajudar as startups na preparação do pitch, ou seja, capacitá-las para se apresentarem aos investidores e outros parceiros locais que elas vão encontrar em Boston. Esse é um trabalho que está sendo desenvolvido, mas que ainda não está pronto. Temos mais umas quatro semanas para deixar os empreendedores preparados para a missão”, comenta Machado. De acordo com ele, o mercado de Boston é dinâmico e bem desenvolvido. É um dos hubs de inovação dos Estados Unidos, junto com o Vale do Silício, Nova York e Los Angeles, por exemplo. Por isso, a missão será, não apenas para a venda de soluções e tecnologias, mas também para que os empreendedores aprendam sobre um dos principais mercados americanos.
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16/09 - Franquias portuguesas buscam brasileiros interessados em empreender na Europa
Pelo segundo ano consecutivo, a Expo Franchising ABF Rio - que acontece até 14 de setembro na Cidade Nova - terá um pavilhão com marcas lusas, que aproveitam o fluxo migratório de brasileiros para Portugal para procurar franqueados que queiram investir no mercado europeu. Cristina Matos, diretora geral e secretária geral da Associação Portuguesa de Franchising (APF), lembra que a ida de brasileiros para Portugal continua bem alta. "Inclusive, temos programado para novembro deste ano um evento com a ABF, no qual teremos um grupo de empresários do franchising que vem fazer uma visita de cinco dias a Portugal para avaliar o potencial de expansão das suas marcas", explica. Estarão no evento a rede de academias Personal20, a administradora Loja do Condomínio e a grife de roupas infantis Metro Kids. Franquias brasileiras que querem abrir unidades em Portugal também marcam presença: a franquia de cafés especiais Cheirin Bão e a rede de alimentação saudável Mr. Fit. A Pequenas Empresas e Grandes Negócios de setembro tem uma reportagem com empreendedores brasileiros que estão fazendo sucesso em Portugal. Leia em www.globomais.com.br. A edição também está nas bancas de todo o país. A escola de música School of Rock é americana, mas o máster franqueado do Brasil, Paulo Portela, comprou a licença para Portugal e Espanha — como anunciado com exclusividade pelo Boa Chance. Agora, irá começar a fazer a expansão em terras europeias. "Estamos participando do pavilhão de Portugal justamente para nos apresentarmos para esse novo mercado e estreitarmos relações com possíveis investidores e parceiros que tenham paixão por música", disse Portela, afirmando que o objetivo é abrir 15 unidades em Portugal, com foco nas regiões metropolitanas de Lisboa e Porto. Já a Mr. Fit quer começar seu processo de internacionalização este ano, explica Camila Miglhorini, fundadora e diretora da rede. E uma boa maneira é aproveitar o público da feira, já interessado neste tipo de negócio. Em seu segundo ano na feira, a marca Personal20 contabiliza bons frutos do evento de 2018. De acordo com Pedro Ruiz, responsável pela marca, os candidatos já estão em processo de mudança para Portugal. A franquia tem dois conceitos: estúdio Electro Fitness e academias femininas. O foco inicial é nas cidades de Lisboa e Porto. O investimento inicial fica entre € 50 mil e € 130 mil. A marca de roupas infantis Metro Kids conseguiu fechar uma loja em Portugal pós- Expo Franchising do Rio no ano passado. Além de atender brasileiros que queiram sair do país, a responsável pela marca, Paloma de Assis, tem interesse em expandir a empresa para o Brasil. "Estamos em Portugal, Marrocos, China, Arábia Saudita, Índia e Turquia. Esse ano já conseguimos exportar a marca para o Brasil, e mesmo assim vamos continuar a atender os brasileiros que estão saindo do país e querem ter seu próprio negócio" relata ela, lembrando que o investimento inicial é de € 50 mil. Quem quer se mudar para Portugal deve lembrar que empreender em outro país é bem desafiador. Os especialistas salientam que é preciso analisar com calma e cuidado o contrato de franquia oferecido já que, diferentemente da maioria dos países, Portugal não tem legislação própria de franchising.
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16/09 - Brasil recebe autorização para exportar produtos lácteos para o Egito
As autoridades egípcias aprovaram o Certificado Sanitário Internacional (CSI) que respalda as exportações brasileiras de leite e produtos lácteos. Com isso, o Brasil estará, a partir do mês que vem, pronto para exportar esses produtos para o Egito. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o pedido de aprovação estava pendente desde 2016. O anúncio foi feito hoje (14) pela ministra da pasta, Tereza Cristina, que está no Cairo, capital egípcia, em missão oficial, acompanhada de empresários brasileiros. "O Brasil está pronto para a exportação de produtos lácteos, leite em pó, queijos, para Egito. Essa eu acho que é uma grande notícia que nós esperávamos. Foram muito rápidas as negociações e, a partir do mês que vem, o Brasil está pronto para exportar produtos lácteos", diz a ministra em vídeo divulgado pelo Twitter. A ministra está em viagem ao Oriente Médio desde o dia 11. A missão, que tem como objetivo fortalecer a parceria comercial e a abertura de mercado para os produtos agropecuários brasileiros, segue até o dia 23. Serão visitados quatro países: Egito, Arábia Saudita, Kuwait e os Emirados Árabes Unidos. De acordo com o ministério, em 2018 as exportações agropecuárias para 55 países árabes somaram US$ 16,13 bilhões, o que representa 19% do total das vendas externas do agronegócio brasileiro.
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16/09 - Universidade se torna um celeiro de unicórnios
Unicórnio. A figura mitológica do cavalo com um chifre tornou-se sinônimo de startups que valem mais de US$ 1 bilhão. Cada vez que uma empresa brasileira atinge esse patamar, o mercado comemora. Animam-se também jovens estudantes, ainda mais interessados em trilhar o caminho dos empreendedores bem-sucedidos. E inspiração é o que não falta. Na liderança de unicórnios brasileiros, há egressos de instituições tradicionais como a Universidade de São Paulo (USP) e a Fundação Getulio Vargas (FGV). De olho na vocação e interesse dos novos alunos, essas escolas têm investido em diversificar a grade, com espaço a ideias inovadoras, e atender à demanda de formação para tirar uma empresa do papel. “Temos centenas de startups surgindo na USP. Para incentivar ainda mais, criamos uma trilha de empreendedorismo, com quatro disciplinas focadas em marketing, finanças e recursos humanos, todas pensadas para empreendedores”, diz Moacir de Miranda, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA-USP). Cinco dos oito unicórnios brasileiros são liderados por pessoas que passaram pelas salas de aula da universidade, mais especificamente nos cursos de Engenharia, Economia e Administração. Aos alunos que já têm uma empresa em andamento, a FEA dá mentoria para que o negócio decole mais rapidamente rumo ao olimpo dos unicórnios. “Auxiliamos no processo de precificação do produto ou serviço. Em um dos casos que acompanhamos, a startup conseguiu faturar três vezes mais após nossa atuação.” Na FGV, que tem ex-alunos liderando dois unicórnios nacionais, o tema está na ordem do dia. “Antigamente, os alunos se preparavam para trabalhar em grandes empresas, não queriam montar o próprio negócio. Hoje, grande porcentual busca outros caminhos, querem startups, fintechs e instituições não governamentais. Sinto que os alunos buscam um trabalho que tenha propósito, alguma satisfação pessoal que não seja só o salário”, diz Tales Andreassi, vice-diretor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP). Por conta própria, os alunos da FGV também se mobilizam. Em 2014, nascia a Liga de Empreendedorismo, com o objetivo de promover a cultura do “faça-você-mesmo”, por meio de mentorias e conversas com figuras de destaque do mercado. Graças à Liga, alunos montaram em 2018 a startup Worc, para auxiliar o processo seletivo de restaurantes. “Trouxemos uma tecnologia que vimos no exterior, com inteligência artificial, e ajudamos a reduzir os trâmites de contratação, que duravam até três semanas, para apenas dois dias”, diz Alex Apter, aluno do 3.º semestre do curso de Administração de Empresas. Pouco mais de um ano após o lançamento, a startup já atende 40 estabelecimentos em São Paulo e Apter vislumbra crescimento. “Vemos bilhões de reais serem investidos em startups brasileiras. Estamos fazendo rodadas de captação e, sem dúvida, nosso horizonte é também chegar a ser um unicórnio.” Mais rápido Se as graduações trabalham de forma extensiva a formação do aluno para atuar nessa nova configuração empresarial, há também opções mais pontuais, como especializações de curta duração, que podem ser ajustadas às necessidades mais urgentes da startup. Na ESPM, de onde saíram alunos que lideram dois unicórnios brasileiros, a pós para Empreendedores em Negócios Digitais não tem grade fixa. A trajetória de cada participante é definida de acordo com seu perfil e, principalmente, com o projeto. Foi por essa possibilidade de personalização que Ciça Campos procurou a escola. Hoje no segundo ano, ela conseguiu tornar rentável sua startup, Um Sorvete na Casquinha, que atua na prevenção de transtornos alimentares com a ajuda das redes sociais. “Aprendi a usar melhor as ferramentas como posts patrocinados, além de produção de conteúdo, promoção de eventos e o processo de desenvolvimento de materiais digitais.” No Insper, o curso Direito em Startups, com 40 horas de duração, se propõe a ajudar o empreendedor nas fases iniciais. “Ao criar a empresa, ele precisa conhecer os prós e contras da escolha de diferentes instrumentos jurídicos para cada uma das situações, como arranjos societários, tecnologias, e aporte de capital de investidores”, diz Rodrigo Amantea, coordenador acadêmico de educação executiva. Afinal, sem entender o ambiente jurídico no qual o negócio está inserido, o caminho rumo ao unicórnio fica ainda mais íngreme.
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16/09 - Vendas aumentam 12% em quatro dias na Semana do Brasil
Em quatro dias, as vendas no varejo em todo o país registram crescimento nominal de 12%, de acordo com balanço divulgado hoje (14) pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República. O crescimento foi registrado entre os dias 6 e 9 de setembro, no início da campanha Semana do Brasil. De acordo com a Secom, os resultados superaram as expectativas. A Semana do Brasil segue até amanhã (15). A campanha visa a estimular as compras, com promoções e descontos especiais, gerando resultados positivos para a economia do país. Ao todo, mais de 4,5 mil empresas dos setores varejista, imobiliário, de publicidade e de comunicação participam da iniciativa, como a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), empresa pública do governo federal. Esses meios de comunicação veiculam mensagens publicitárias sobre a campanha. Segundo o levantamento feito pela empresa de serviços financeiros Cielo, para a alta de 12% nas vendas contribuíram os setores de cosméticos, que registraram aumento de 19%; móveis e eletrônicos, com crescimento de 16%; supermercados, com 13%, e vestuário, com 7%. O crescimento foi medido em comparação às médias de dias regulares do primeiro semestre de 2019. No setor imobiliário, segundo a Secom, o clima entre os empresários é de otimismo. "Desde o início da campanha, foi registrada uma adesão expressiva de incorporadoras, com mais de 50 empresas anunciando "1 ano de condomínio grátis" apenas na cidade de São Paulo. Houve aumento de visitas aos estandes e vários negócios estão sendo realizados", diz em nota. A semana, que aproveita as comemorações do 7 de setembro, data em que se celebra a Independência do Brasil, tem como mote “Vamos valorizar o que é nosso” e é inspirada em campanhas de varejo de outros países, como os Estados Unidos, que costumam realizar promoções em feriados nacionais. A proposta pretende gerar um ambiente de confiança para este e os próximos meses de 2019. Uma parceria do governo com o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) ajudou a mobilizar, nos últimos meses, diferentes segmentos do varejo, comércio e serviços, para que buscassem as melhores formas de viabilizar as ações promocionais.
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16/09 - Governo zera tarifa de importação de máquinas e equipamentos
A Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia zerou as tarifas de importação de vários bens de capital e de bens de informática e telecomunicações. Os itens beneficiados são máquinas e equipamentos industriais sem fabricação nacional, todos na condição de ex-tarifários. Originalmente, esses bens são tributados com alíquotas como 12%, 14%, 16%, 18%. A decisão consta de duas resoluções publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 16. As medidas entram em vigor em dois dias úteis e terão vigência até 31 de dezembro de 2020.
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13/09 - Palestra sobre Marketing para Startups lota auditório da Incubadora Tecnológica
Buscar informações que alavanquem as Startups foi tema abordado na palestra oferecida ‘Marketing para Startups’, na Incubadora Tecnológica de Jundiaí. O assunto lotou o auditório montado no espaço pela Unidade de Gestão de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (UGDECT). Periodicamente o evento é realizado pelo Softex e pela Prefeitura de Jundiaí com o objetivo de levar informações para empresários da cidade. A palestra de Renato Toi executivo da Baita Aceleradora, agradou o público. “O café tecnológico é uma iniciativa espetacular. Não só pelo quilate das apresentações, com conteúdo altamente relevante e atualizado, mas pelo enfoque amplo no desenvolvimento de competências, networking, gestores experientes que sabem o que estão fazendo. Participar desse impulsionamento é muito motivador”, comentou Bárbara Simões, participante do evento. “Os cafés tecnológicos têm cumprido com êxito sua missão de fortalecer o ecossistema de startups de Jundiaí, usando a Incubadora como importante catalisador do sistema local de inovação”, explica a diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia da UGDECT, Mariana Savedra Pfitzner. O próximo evento será no dia 23 de outubro, exclusivo para empresas da Incubadora, Instituições de ensino superior e empresas convidadas.  
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13/09 - Marfrig amplia produção no Estado de São Paulo
A Marfrig anunciou nesta sexta-feira que vai adicionar novo turno de trabalho em fábrica em Promissão, no Estado de São Paulo, e que por isso vai contratar 400 funcionários para a unidade. A maior produtora de hambúrguer do mundo afirmou que o novo turno de produção "se deve ao aquecimento das exportações para o mercado chinês". Recentemente a Marfrig recebeu habilitação de mais duas fábricas para atender a China --Tangará da Serra e Várzea Grande, ambas no estado Mato Grosso.  Com isso, a Marfrig passou a ter onze unidades de produção com permissão de exportação para o país asiático, sendo cinco no Brasil, quatro no Uruguai e duas na Argentina, informou a companhia em comunicado à imprensa.
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13/09 - Colgate-Palmolive vai selecionar quatro startups para aceleração
A Colgate-Palmolive, fabricante de produtos de cuidado pessoal, limpeza e de beleza, vai selecionar quatro startups para seu programa de aceleração CoLab. A iniciativa vai oferecer aos empreendedores mentorias com executivos da empresa e o acesso a rede de contatos da Liga Ventures, parceira da iniciativa. Além disso, as empresas nascentes poderão permanecer no escritório da companhia, em São Paulo. Serão escolhidas as startups com atuação em data driven, ou seja, que consigam conciliar dados de mercados com informações públicas. Também podem entrar para a iniciativa as soluções na área de desenvolvimento de produto e tecnologia, de vendas inteligente, de sustentabilidade e de processos internos. O programa tem duração de quatro meses e seu início está previsto para janeiro de 2020. As inscrições vão até o dia 13 de outubro e podem ser realizadas pelo site da Colgate-Palmolive.
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