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17/05 - Startups de seguros triplicam no País em 3 anos
O Estadão relata que usar a tecnologia para reduzir incertezas e aumentar a eficiência das seguradoras tradicionais: essa é a meta das insurtechs, um dos segmentos de startups que mais cresceu no Brasil nos últimos anos. Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o número de startups focadas nesse mercado saltou de 70 para 210, nos últimos três anos. Ao contrário do que acontece em áreas como a das fintechs, as insurtechs não querem concorrer com as grandes empresas – e sim ajudá-las a ser mais eficientes. Segundo pesquisa feita pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara e-net), 62% das startups brasileiras da área têm como objetivo principal oferecer serviços para potencializar os negócios das seguradoras e 57% desburocratizar o setor e/ou potencializar os negócios dos corretores. “As seguradoras são grandes e estáveis, mas precisam da nossa agilidade para entregar um bom serviço. Agora, todo mundo está ganhando”, diz Daniel Hatkoff, fundador e presidente da insurtech Pitzi. Resistência. Ao usar a web, as startups viram uma oportunidade para ajudar a quebrar a resistência do brasileiro a comprar apólices. “Vencer essa barreira ainda é o principal desafio do setor como um todo”, diz Caetano Altieri, vice-coordenador do Câmara-e.net. Foi com o objetivo de mudar esse pensamento que, depois de 29 anos, Marcelo Blay deixou o emprego em uma grande seguradora e decidiu criar sua startup. Aberta em 2011, a Minuto Seguros vende pacotes de 13 seguradoras diferentes em sua plataforma digital, com serviços variados tanto em público quanto em opções. Hoje, tem 450 mil apólices e pretende faturar R$ 240 milhões este ano. A Minuto Seguros tem hoje 400 funcionários – boa parte voltada à área de atendimento. “Parte dos nossos clientes são pessoas que não conheciam a importância de ter um seguro ou não sabiam onde comprar um pacote”, diz Blay. “A internet nos permitiu oferecer o serviço a quem não conhecia ou não gostava da burocracia”. Outra companhia que tenta apresentar produtos de forma diferente é a própria Pitzi, especializada em seguros de celular. A escolha não foi aleatória: o smartphone está entre os bens favoritos dos brasileiros à medida que, para muitos, comprar um novo aparelho significa desembolsar um grande valor em suadas parcelas. “Fiquei chocado com o fato de como os celulares aqui são caros” diz Hatkoff. “Vi que planos de proteção para que a pessoa conseguisse consertar rapidamente o celular ajudaria muita gente.” A startup é a vitrine de pacotes, cujo valor da mensalidade muda de acordo com a marca e o modelo do aparelho. A simulação de valores fica por conta da startup, que reúne ofertas de cinco seguradoras – Zurich, AXA, Mapfre, Sura e Generali. A Pitzi já levantou mais de R$ 70 milhões em investimento e tem 97 funcionários. Rapidez. Um dos alvos das startups é a redução da burocracia na aprovação de apólices. Criada em 2014, a Planetun usa inteligência artificial e análise de dados para realizar o serviço de vistoria de carros. Se os planos da empresa derem certo, ela pretende acabar com os técnicos de vistoria – e, eventualmente, com os longos períodos de espera dos motoristas. A proposta é simples: ao reportar um sinistro, o usuário tira fotos de seu veículo e envia à empresa, que então vai compará-las a fotos anteriores, tiradas pelo consumidor no momento da contratação da apólice. A Planetun envia as imagens à seguradora para análise – informações como data e localização sobre onde as fotos foram feitas também são incluídas no relatório. Por meio da ferramenta, feita em parceria com o sistema de inteligência artificial da IBM, a startup promete que o tempo de vistoria cairá de dois dias para menos de 24 horas. Com as imagens verificadas pelo algoritmo, os técnicos das seguradoras conseguem dar um parecer em até seis horas. A Thinkseg, fundada pelo empresário André Grigori, exBTG, vai além: sua principal solução é um aplicativo que, ao ser instalado no celular do motorista, acompanha seu jeito de dirigir. Com o tempo, o sistema é capaz de entender se aquele usuário tem boa condução ou não. A partir disso, calcula as chances reais que ele tem de sofrer algum sinistro – independentemente de qualquer outra característica que o coloca como parte de um grupo de “risco” no mercado tradicional. Em abril, a empresa investiu R$ 50 milhões para criar um novo tipo de seguro, cujo pagamento mensal varia de acordo com a quilometragem rodada pelo usuário. O serviço é prestado em parceria com seguradoras. Há um motivo para que a parceria entre as startups atendam empresas: trata-se de um setor altamente regulado, supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Para especialistas, um novo impacto pode surgir se a regulamentação for flexibilizada. “Às vezes startup têm soluções muito legais, mas as seguradoras não podem adotar sem quebrar regras e isso trava o mercado”, diz Altieri, da Câmara e-net. “Abrindo a regulamentação, fatalmente o mercado vai crescer.”
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17/05 - FAPESP e Finep recebem propostas de inovação em pequenas empresas
A FAPESP e a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep) recebem propostas em uma chamada para apoiar pequenas empresas paulistas no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores em todas as áreas do conhecimento. A chamada do Programa PAPPE/PIPE Subvenção – FASE III – 7ª rodada visa fomentar áreas consideradas estratégicas nas políticas públicas e estimular a ampliação e o adensamento das atividades de pesquisa para inovação no universo empresarial paulista. São elegíveis como proponentes microempresas, empresas de pequeno porte e pequenas empresas brasileiras sediadas no Estado de São Paulo, constituídas e ativas, no mínimo, 12 meses antes do lançamento do edital. A chamada oferece recursos para empresas que já tenham conduzido pesquisas com resultados em produtos, processos e serviços inovadores no âmbito de projetos financiados pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), Fase 1 ou Fase 2, ou em projetos equivalentes conduzidos com recursos de outras fontes. A Fase 3, apoiada nesta chamada, contemplará projetos que pretendam desenvolver os resultados de pesquisas anteriores, de modo a possibilitar que sejam efetivamente inseridos no mercado. Os projetos têm duração de até 24 meses. O prazo para envio de propostas foi prorrogado até 27 de maio de 2019. As propostas devem ser submetidas por via eletrônica, por meio do Sistema de Apoio a Gestão (SAGe) da FAPESP disponível no endereço: www.fapesp.br/sage. A chamada com todos os detalhes está publicada em: www.fapesp.br/12595.
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17/05 - SEBRAE-SP realiza a semana do MEI em todo o estado
No ano em que a criação do Microempreendedor Individual (MEI) completa dez anos, o Sebrae-SP promove, entre os dias 20 e 24 de maio, a 7ª edição da Semana do MEI. Neste ano, o evento terá como tema “Conhecimento para você, sucesso para o seu negócio!”. As atividades são gratuitas. Os MEIs são profissionais de mais de 500 atividades que podem ter renda anual de até R$ 81 mil e contar com um funcionário. Atualmente, há cerca de 8,3 milhões de MEIs no Brasil, sendo mais de 2,2 milhões apenas no Estado de São Paulo. Durante a semana do MEI, todas as atividades dos 33 Escritórios Regionais e dos cerca de 200 postos do Sebrae Aqui estarão voltadas para tirar dúvidas sobre o funcionamento da modalidade e orientar sobre as vantagens da formalização, promover oficinas de capacitação, apresentar ideias de negócios e dar orientação financeira, além de permitir que o empreendedor já registre um CNPJ para sua atividade. Outros serviços gratuitos, como a elaboração da Declaração Anual, impressão de DAS e consulta de débitos também estarão disponíveis. A programação nos Escritórios Regionais da Capital e do interior inclui palestras rápidas com orientações práticas e efetivas para gestão do negócio; apresentação e estudo de casos práticos simulando os desafios do empreendedor e permitindo debates e soluções; encontros de negócios; oficinas on-line que os espectadores poderão assistir de casa e interagir com o facilitador, realizando exercícios e esclarecendo suas dúvidas; e orientações sobre como obter crédito e aplicá-lo corretamente. Unidades do Sebrae Móvel oferecerão orientações e serviços em dezenas de municípios de terça, 21, a sexta, 24. O destaque da programação são as palestras online com convidados do mercado, que serão transmitidas pelas redes sociais do Sebrae-SP. Os temas serão os seguintes:   Segunda, 20 - Inspiração - Como tornar seu negócio um sucesso Terça, 21 - Inovação - Faça a diferença Quarta, 22 - Administre seu dinheiro Quinta, 23 - Potencialize seu negócio Sexta, 24 - Marketing Digital - Estratégias para alavancar as vendas   Para consultar toda a programação nas unidades e saber como participar das atividades online, acesse semanadomei.sebraesp.com.br ou ligue 0800 570 0800. Durante a Semana do MEI, o Sebrae-SP estará de portas abertas nos Escritórios Regionais, de segunda a sexta, das 9h às 17h. A Central de Atendimento estará 24 horas em funcionamento.   SERVIÇO SEMANA DO MEI Data: 20 a 24 de maio   Informações e inscrições gratuitas: 0800 570 0800 ou pelo site http://solucoes.sebraesp.com.br/cursos/semana-do-mei  
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17/05 - Campanha da USP em Piracicaba aproxima tecnologia da sociedade
O Momento USP Inovação desta semana conversou com o professor Mateus Mondin, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, um dos idealizadores da campanha para o reconhecimento do Ecossistema Tecnológico de Piracicaba. A campanha  resultou na AgTech Valley ou Vale do Piracicaba. De acordo com Mondin, a iniciativa surgiu da necessidade de criar uma identificação para Piracicaba, para que as pessoas entendessem o que a região significa para o Brasil e para o mundo, além de conectar as pessoas dentro desse município. “Piracicaba perdia muitas oportunidades porque não tinha um fluxo de informação de forma correta. As vezes uma informação chegava a uma determinada empresa que não tinha interesse naquela oportunidade, mas que poderia ser aproveitada por um segundo agente dentro de Piracicaba, uma segunda organização.” Ele complementa que a Esalq desempenha um papel importante na formação de empreendedores e produz grande parte do conhecimento do que podemos chamar de agronegócio. “Desde as ciências mais elementares até as ciências sociais, aplicadas na agricultura e na pecuária.” Para o professor, a novidade também apresenta um resultado social com a criação de trabalhos.
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17/05 - Startout Brasil seleciona 19 startups para participar de imersão em Toronto
As startups que irão participar do 7º ciclo de internacionalização do StartOut Brasil já foram escolhidas. Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, essas empresas farão uma imersão no ecossistema de Toronto, Canadá, para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócio organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros. Ao todo, foram selecionados 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um Ciclo do StartOut Brasil; e 4 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. Essa triagem foi realizada pelos organizadores do programa – Ministério da Economia, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) – junto com avaliadores pertencentes ao ecossistema de destino. Preparação Para extrair ao máximo o que o Canadá tem a oferecer, as 19 empresas passarão por um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Durante esse período, os empreendedores terão consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma Passaporte para o Mundo da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino; workshop presencial em São Paulo (dias 24 e 25 de maio) e sessões online de treinamento de pitch. Ao longo desse período de capacitação, é necessário que as startups tenham participação ativa nas atividades previstas, com dedicação de cerca de três horas por semana ao programa, e que definam o plano de negócios e a estratégia de entrada no mercado-alvo. Próximo Ciclo Simultaneamente ao evento presencial em São Paulo, ocorre a abertura das inscrições para o próximo ciclo do programa. De 24 de maio a 17 de junho, as startups interessadas em participar em uma imersão em Boston poderão se inscrever no site do programa. Sobre o StartOut Brasil O StartOut Brasil é um programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo. Realizado pelo Ministério da Economia, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Sebrae e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o programa já passou por Buenos Aires, Paris, Berlim, Miami, Lisboa e Santiago.
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17/05 - Pitú mira em São Paulo para expandir negócios no mercado interno
A Engarrafamento Pitú, uma das maiores indústrias do País e líder absoluta em exportação da cachaça, comemora novos negócios na região Sudeste do País. A 35ª edição da APAS Show 2019, maior feira e congresso de alimentos, bebidas, higiene, limpeza, equipamentos e tecnologia para supermercados do mundo, possibilitou para a companhia a conquista de novos clientes. O evento recebeu mais de 100 mil visitantes durante os quatros dias da feira, um número 23,8% superior em relação ao ano passado. Alexandre Ferrer, presidente da Pitú, afirma que o evento promoveu a geração de novos negócios na região Sudeste, além de estreitar o relacionamento com os clientes. “A Apas Show 2019 fortaleceu ainda mais a nossa comunicação com consumidores, fornecedores e empresas de todo o País”, declara. No Brasil, a Engarrafamento Pitú é líder nos mercados Norte e Nordeste. Já no mercado externo é líder absoluta, sendo a maior exportadora de cachaça do País. Dos cerca de 98 milhões de litros engarrafados e comercializados anualmente, 2% representam as vendas no exterior, em média, 2 milhões de litros. Por ser uma aguardente para todos os gostos, a Pitú se mantém entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. Na Europa, a Pitú comanda o mercado e tem a Alemanha como o país líder em consumo. Outros países do Velho Continente também importantes para a marca são Áustria, Suíça, Portugal, Espanha, Itália, Reino Unido, Irlanda e França. Nos demais continentes a Pitú também está presente e é líder em alguns países, como os Estados Unidos. A bebida ainda marca presença importante na Argentina, Austrália, Canadá, Chile, Índia, México, Angola, Tailândia, África do Sul e Emirados Árabes.   Sobre a Pitú A Engarrafamento Pitú, fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes, é referência nacional quando o assunto é cachaça. Em 2019, a empresa chega aos seus 81 anos sendo a mais querida entre os nortistas e nordestinos, a segunda cachaça mais consumida do País e a líder absoluta em exportação da bebida há quase três décadas. Genuinamente pernambucana, a fábrica da Pitú está localizada no município de Vitória de Santo Antão (PE), na Avenida Áurea Ferrer de Moraes S/N, na Zona da Mata de Pernambuco, onde é possível também conhecer um pouco da trajetória da empresa por meio do acervo do seu Centro de Visitação, que reúne histórias e relíquias da marca pernambucana. A Pitú é uma aguardente de cana pura, transparente, de sabor marcante e teor alcoólico de 40%. O produto é acondicionado em garrafas retornáveis de 600 ml (caixas com 12 e grades com 24 unidades), garrafas de 965 ml (caixas com seis e grade com 12 unidades) e latas de alumínio com 350 ml, 473 ml, 710 ml (pacotes com 12 unidades), além das envelhecidas Premium – Pitú Gold e Extra Premium – e a Vitoriosa. A Pitú tem, ainda, em seu portfólio, a bebida mista de cachaça com limão – Pitu Limão, a bebida alcoólica mista à base de noz de cola – Pitú Cola, a vodka Bolvana e a bebida mista à base de vinho – Do Frei.   Assessoria de Imprensa: CM Comunicação Corporativa (11) 2305-3540
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16/05 - Maior parte das startups aceleradas de São Paulo que atuam com a indústria faturam entre R$ 1 mi e R$ 5 mi
A cidade de São Paulo conta com o maior número de empresas nascentes que atuam com a indústria. E a maior parte das startups que passaram por aceleração estão num estágio mais maduro, com faturamento entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões. Das 295 companhias mapeadas pelo Brasil, a maior cidade do país representou o maior volume dessas empresas, ou seja, 19%. Outras 80 cidades também contam com empresas atuantes nesse segmento. Ao todo, 46% das startups mapeadas que já passaram ou ainda passam por um processo de aceleração. Neste indicador, São Paulo se destaca como a cidade com as empresas nascentes mais maduras. Um dos desafios para os empreendedores é o capital. Para 66% dos entrevistados, o capital próprio é a principal origem dos recursos dos negócios iniciantes. Depois de captar recursos, as maiores dificuldades para os empreendedores são: mercado (18%) e recursos humanos (16%). O mapeamento foi realizado pela aceleradora Spin e A2C. Contou ainda com o apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). Participaram do levantamento 55 indústrias de sete Estados e 18 cidades, e 295 startups de 22 Estados e 81 cidades.
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16/05 - Brasil atinge 10 mil empresas de energia solar e cerca de 20 mil empregos
O Brasil acaba de atingir cerca de 10 mil empresas que atuam com energia solar, em especial nas áreas de equipamentos e serviços para a geração distribuída, conforme mapeamento recente do Portal Solar, maior marketplace do segmento no País. Estimativas do setor dão conta de que as companhias empregam atualmente 20 mil profissionais, com investimentos acumulados que ultrapassam R$ 24 bilhões entre os empreendimentos de grandes usinas e sistemas de autogeração em residências, comércios e indústrias. No caso específico das empresas de engenharia e instalação (geração distribuída), o levantamento do Portal Solar mostra que foram criados aproximadamente 6 mil empregos somente nos últimos 12 meses. Somente o setor de geração solar distribuída já recebeu cerca de R$ 3,4 bilhões em investimentos desde 2012, espalhados por todo o território nacional. O Portal possui uma média mensal de acesso de 200 mil pessoas, que movimentam cerca de R$ 25 milhões em compra e venda dos mais de 6 mil itens disponíveis, incluindo milhares de opções de geradores fotovoltaicos, equipamentos de instalação, inversores e sistemas de bombeamento, entre outros. Dos quase 75 mil sistemas fotovoltaicos instalados até hoje nos telhados brasileiros, cerca de 25 mil projetos já foram submetidos para certificação no Portal Solar. Com isso já são mais de 1,4 mil empresas instaladoras que possuem o Selo Portal Solar de qualidade. “O que construímos aqui no Portal Solar é a maior e mais qualificada base de instaladores de energia solar no Brasil”, comenta Rodolfo Meyer, CEO do Portal Solar. “Os clientes finais também são incentivados a deixar sua avaliação sobre os instaladores certificados e assim fornecemos um mecanismo de classificação para que o mercado busque sempre melhorar, além de facilitar a vida do consumidor para encontrar instaladores qualificados e com avaliações reais”, acrescenta. Prova de que esse mecanismo funciona é o índice de inadimplência no financiamento oferecido no próprio Portal , que foi reduzido de forma drástica quando o serviço é prestado por um instalador certificado no marketplace. Trata-se do nascimento de um segmento que, em questão de dois anos, será o maior dentro do setor elétrico, aponta Meyer. “Na nossa última pesquisa, concluída no final de abril com mais de 1,5 mil empresas participantes, verificamos que 41,2% delas trabalham com energia solar fotovoltaica a menos de um ano, 27,1% de um a dois anos, 19,5% de dois a três anos, e apenas 12,3% atuam mais de quatro anos. Outro dado é que 6% ultrapassaram a marca de 50 sistemas instados, 57,9% instalaram de 10 a 50 sistemas e 36,4% ainda não completaram três instalações”, conclui.
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16/05 - Indústria paulista gera 9,5 mil postos de trabalho em abril, aponta FIESP
A geração de emprego na indústria paulista somou 9,5 mil novos postos de trabalho em abril, variação positiva de 0,45% na série sem ajuste sazonal e negativa em 0,21% feito o ajuste. No acumulado do ano, o saldo segue positivo em 21,5 mil postos. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (15/5) pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). Os setores de alimentos e derivados de petróleo e álcool contrataram mais de 12 mil novos trabalhadores em abril, que foram as principais influências positivas para o saldo do mês na indústria paulista. “Esses setores, que são influenciados pela sazonalidade da cana de açúcar, geraram contratações abaixo da média dos anos anteriores – que é de 27 mil novas vagas. Os demais setores da indústria estão em compasso de espera em razão do baixo desempenho econômico. Como este ano vem apresentando saldos abaixo do esperado, o resultado do emprego no fechamento do ano é preocupante”, avalia José Ricardo Roriz, 2º vice-presidente da Fiesp e do Ciesp. Desempenho por setores Entre os setores acompanhados pela pesquisa, 45% apresentaram variações negativas, com 5 contratando, 10 demitindo e 7 permanecendo estáveis. Os principais destaques ficaram por conta do segmento de produtos alimentícios, com geração de 10.497 vagas; coque, derivados de petróleo e biocombustíveis (2.216) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (620). No campo negativo ficaram, principalmente, confecção de artigos do vestuário e acessórios (-738); veículos automotores, reboques e carrocerias (-682) e couro e calçados (-505). A pesquisa apura também a situação de emprego para as grandes regiões do Estado de São Paulo e em 37 diretorias regionais do Ciesp. Por grande região, a variação em abril recuou -0,13% na Grande São Paulo (inclusive ABCD), no ABCD (-0,24%) e subiu 0,72% no Interior. Entre as 37 diretorias regionais, houve variação nos resultados. Nas 18 que apontaram altas, destaque por conta de Sertãozinho (5,72%), com geração de 1.900 vagas, influenciada por produtos alimentícios (8,88%); Ribeirão Preto (1,88%), com a criação de 1.300 postos de trabalho, por produtos alimentícios (2,71%) e máquinas e equipamentos (1,56%). Já das 12 negativas, destaque para Guarulhos (-1,56%), com o fechamento de 1.500 vagas, por produtos de borracha e plásticos (-2,63%) e produtos alimentícios (-2,91%) e Sorocaba (-0,69%), baixa de 700 postos, por confecções e artigos do vestuário (-5,99%) e produtos de metal (-2,44%).
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16/05 - Unicamp lança site para doações e trocas de insumos de laboratório
Justamente neste 15 de maio, Dia Nacional de Greve contra o corte de verbas das universidades públicas pelo atual governo, foi lançada na Unicamp a plataforma Solidariedade à Pesquisa, para o compartilhamento de insumos entre pesquisadores vinculados a programas de pós-graduação do país. O objetivo é divulgar intenções de doações, pedidos e empréstimos de insumos básicos utilizados em pesquisa, através de um sistema de publicações, numa parceria com a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa). O novo sistema foi idealizado pelo professor José Antonio Rocha Gontijo e desenvolvido pelo pessoal de Tecnologia da Informação (TI) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM). “Durante um processo de avaliação da Capes, havia vários consultores trabalhando das 8 da manhã às 10 da noite e que não tinham recebido salário e com recursos de apoio à pesquisa sem serem liberados. Isso foi há dois anos e já era um prenúncio da situação agravada hoje”, relembra José Antonio Gontijo, docente da FCM e chefe de Gabinete da Reitoria. “Conversei com o diretor de Avaliação e o presidente da Capes buscando alguma proposta de auxílio, principalmente para os professores da UERJ e da UFRJ, que viviam o pico da crise em suas instituições. Mas não havia naquele momento uma forma de ajuda imediata.” Foi também há dois anos, prossegue Gontijo, na Europa em crise por conta de problemas como na Grécia e na Síria, que ele recebeu o comunicado de uma organização europeia de biologia molecular solicitando a abertura de bancadas de pesquisa para alocar pesquisadores daqueles países. “Pensei que poderíamos fazer o mesmo no Brasil, ainda que em menor extensão, principalmente com custeio a pesquisas. Conversei com o pessoal da informática da FCM, que começou a trabalhar no site. O interesse da Capes e da RNP facilitou para que aquela ideia inicial crescesse e ganhasse âmbito nacional. É uma ideia pequena, mas que contribui para o uso mais adequado do recurso público.” Cleusa Regina Milani, analista da área de TI da FCM, afirma que o site Solidariedade à Pesquisa, cujo piloto na Unicamp deve entrar em produção na próxima semana, foi submetido à avaliação de vários programas de pós-graduação, recebendo elogios pela facilidade de utilização. “A proposta é que o site seja totalmente moderado e gerenciado pela própria comunidade científica, sem o envolvimento da FCM, que apenas promoverá o contato entre os interessados. Além de insumos como reagentes, identificamos uma necessidade mais abrangente, como de livros e equipamentos. Um grupo do Rio de Janeiro, por exemplo, desenvolveu um projeto para retirada de lixo do oceano utilizando um equipamento em desuso de outro pesquisador.” Para a professora Teresa Atvars, coordenadora geral da Unicamp, a plataforma Solidariedade à Pesquisa é uma demonstração de que as universidades estão colaborando com os órgãos do governo ao disponibilizar canais de comunicação que permitam resolver problemas locais. “É um projeto em conjunto com Capes e RNP, viabilizado por uma equipe qualificada da FCM, e muito importante principalmente num momento em que os recursos para ciência e tecnologia estão escassos. Essa rede vai facilitar a interação entre pesquisadores para suprir suas dificuldades, sejam momentâneas ou não.”
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16/05 - Instituto Agronômico coloca agricultura urbana em pauta
A agricultura urbana é uma realidade na Europa, Oriente Médio, Ásia e Estados Unidos. Por conta disso, o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), colocou o tema em evidência para ser debatido com cerca de 100 empresas, institutos e universidade durante o I Workshop Urban Farming, realizado na cidade. Durante o encontro, no último dia 9, foi falado sobre a dinâmica da produção agrícola em grandes centros urbanos e em ambientes internos, chamados indoor. Esse modelo produção de alimentos e de plantas usadas em fármacos e cosméticos é considerado poupador de recursos, sobretudo de água, gerador de alto valor agregado aos produtos e propagador da diversidade. “Em países europeus existe por conta de restrições de espaço ou de clima, aqui será uma opção para solucionar questões de pontos de distribuição, por exemplo, para superar as longas distâncias existentes na Capital paulista”, disse o pesquisador e representante da diretoria-geral do IAC, Márcio Chiba. Para a secretária executiva da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gabriela Chiste, a discussão está em consonância com a nova visão da Secretaria. “A ação é moderna e inovadora, como a nossa pasta atualmente. Esse assunto é provocador e essa discussão proposta neste evento é importantíssima. O Brasil não deveria estar atrasado nesse assunto”, afirmou. Oportunidade de negócios De acordo com o pesquisador do IAC e organizador do workshop, Luís Felipe Vilani Purquerio, a urban farming é uma oportunidade de negócios, pesquisa e desenvolvimento. “Ainda não há respostas no Brasil para esse segmento, mas estamos aqui reunidos com cerca de cem empresas, universidades e institutos de pesquisas, todos interessados em elaborar respostas e tecnologias que possam auxiliar no aproveitamento dessa opção, afirmou. Em sua apresentação, Purquerio mostrou o sistema com produção em aparelhos domésticos, a produção dentro de supermercados, o jardim aeropônico existente em aeroporto em Chicago, no Estados Unidos, e o Instituto de Vertical Farming, fundado na Áustria, em 2018. “As torres hidropônicas e aeropônicas ainda podem servir de estudos em escolas, onde as crianças podem acompanhar o desenvolvimento das plantas e levá-las para casa, incentivando a alimentação mais saudável”, comentou. O ponto de vista de negócio na gastronomia foi abordado pela chef de cozinha Danielle Massa, que desenvolve trabalhos de pesquisa com culturas de batatas coloridas e cogumelos, em parceria com a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e com a Associação Nacional de Produtores de Cogumelos. A chef e nutricionista falou ao público sobre a dificuldade de encontrar bons produtos agrícolas na grande São Paulo. “Às vezes não consigo comprar um produto bom que preciso para usar em nossas refeições, pois preciso de alimentos com frescor e sabor, além de qualidade visual e textura”, relatou. Ela afirmou ainda que a gastronomia precisa do agricultor e é necessária a aproximação entre as duas categorias para resolver algumas questões. “Como o chef está nos grandes centros, precisamos estreitar esse caminho e a urban farming é a cidade produzindo, por isso esse tema é muito pertinente para nós”, disse.
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16/05 - Incentivos fiscais e captação de recursos para inovação
A Agência USP de Inovação, em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, promove no dia 3 de junho, a partir das 14h30, no Espaço de Eventos do IEA-RP, a conferência “Incentivos fiscais e captação de recursos para inovação”. No evento, o presidente da Gestiona Sidirley Fabiani vai abordar as oportunidades trazidas por leis e programas que permitem concessão de incentivos fiscais a empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento, como a Lei do Bem, a Lei da Informática e o programa Rota 2030. Ele vai discutir ainda a atuação do Sistema Nacional de Inovação, que integra poder público, universidades, institutos de pesquisa e empresas em torno de iniciativas dessa natureza. As inscrições para a conferência são gratuitas e podem ser feitas no site: https://sites.usp.br/iearp/incentivos-fiscais-e-captacao-de-recursos-para-inovacao/ Sidirley Fabiani é graduado em engenharia mecânica e administração pela USP e mestrando em empreendedorismo e inovação, também pela USP. Atuou como gestor de projetos e consultor em empresas como Petrobras, Vale, Gerdau, Syngenta, Votorantim e Citibank. Fundou e preside atualmente a Gestiona, uma consultoria especializada nas áreas de gestão da inovação com ênfase em políticas públicas, gestão do conhecimento, gestão financeira e engenharia.   Mais informações: iearp@usp.br ou (16) 3315-0368.
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16/05 - Desenvolve SP atinge a marca de R$ 200 milhões em financiamentos
Inovação é a palavra de ordem no universo das micros, pequenas e médias empresas (MPMEs). Mais do que possibilitar a melhoria ou a criação de novos produtos e serviços, inovar é o que garante maior competitividade e longevidade aos negócios. É justamente com esse foco que as MPMEs empresas paulistas fizeram a Desenvolve SP, Agência de Desenvolvimento Paulista, atingir a marca de R$ 200 milhões em financiamentos para projetos inovadores. Os recursos, desembolsados ao longo dos últimos seis anos, foram demandados principalmente para a criação de softwares, plataformas digitais e apps voltados às áreas da saúde, mobilidade urbana e agronegócio. Segundo levantamento da instituição financeira, do montante total, 62% foi destinado a inovações de empresas do setor de serviços, 33% da indústria e 5% do comércio. Chama atenção ainda o porte dessas empresas: mais da metade do crédito financiado (51%) representam investimentos de micros e pequenas empresas. “Com estruturas mais enxutas, as empresas paulistas, principalmente as de micro e pequeno porte, encontraram na inovação uma estratégia para tornarem-se mais competitivas e assim ganhar espaço no mercado”, destaca Rafael Bergamaschi, superintendente de negócios da instituição. Tendência Os financiamentos para inovação no Estado de São Paulo têm despertado cada vez mais interesse das MPMEs. A demanda por crédito para esse tipo de investimento cresceu 82% nos primeiros quatro meses de 2019, totalizando R$ 23,5 milhões contra R$ 12,9 milhões em igual período do ano anterior. Na última comparação anual o valor também registrou alta, saltando de R$ 48,5 milhões em 2017 para R$ 52,7 milhões em 2018 (crescimento de 9%). Venture Capital Além de financiar projetos inovadores, a Desenvolve SP também atua por meio de cinco Fundos de Investimento em Participações de Empresas (FIPs) para aportes em startups paulistas de alto potencial inovador. Destaque para o Fundo Inovação Paulista, idealizado pela própria Desenvolve SP, em 2012, e considerado um dos FIPs mais ativos do mundo com foco no impulsionamento de AgTechs (startups de tecnologia para o agronegócio), segundo as organizações internacionais de pesquisa CBInsights e Agfunder. Ao todo, o FIP investiu R$ 105 milhões em 20 empresas entre 2017 e 2018. O objetivo é que, em 2021, o montante investido gere um retorno de R$ 420 milhões. Além da Desenvolve SP, são investidores do Fundo Inovação Paulista a FAPESP, FINEP, Sebrae-SP, Banco de Desenvolvimento da América Latina e Jive Investments.
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16/05 - SEBRAE-SP realizará curso de capacitação para empreendedores da região
O SEBRAE-SP realizará em Registro o Curso “Empreenda”, visando capacitar os empresários e empreendedores da região. O curso fornecerá informações técnicas e ferramentas comportamentais de gestão, que colocarão à prova o posicionamento e a postura dos empreendedores sobre seus negócios. Com uma metodologia inovadora, o curso possui três fases que serão distribuídas em 40 horas durante cinco dias. O curso terá inicio com um “aquecimento” em um pré-curso e seguirá para o curso propriamente dito. Durante este, os empresários e empreendedores realizarão diversas atividades e desafios, onde aplicarão as novas ferramentas e terão a possibilidade experimentar, modelar, planejar, testar e desenhar uma jornada empreendedora, aprimorando assim suas ideias ou projetos de negócio. Logo após as horas de curso, os empreendedores terão o “pós curso”, que  será um acompanhamento personalizado e individual para cada participante. O “Empreenda” busca aprimorar tanto quem já tem seu negócio estruturado, mas está a procura de uma reformulação, quanto quem ainda possui apenas uma ideia e precisa transformá-la em um negócio inovador e que gere resultados financeiros. O Empreenda terá início com uma palestra de apresentação gratuita, realizada hoje (15/05) às 19hrs na sede do SEBRAE Registro, que está localizada na Av. José Antônio de Campos, 297, Centro, e o curso iniciará no dia 24 de junho e irá até o dia 28 do mesmo mês, das 08 às 18h com local ainda a definir.
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15/05 - Movimento no Porto de São Sebastião cresce 84% no 1° trimestre
O primeiro trimestre de 2019 foi de crescimento para o Porto de São Sebastião, que movimentou cerca de 183 mil toneladas de produtos, um aumento de 84% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Na importação, os principais produtos operados foram carbonato de sódio (barrilha), sulfato de sódio, malte, cevada, ulexita, silicato de sódio e carvão mineral. Já na exportação, as principais movimentações registradas foram de cargas vivas (bovinos). De acordo com a Companhia Docas de São Sebastião (CDSS), o saldo positivo no primeiro trimestre é resultado de uma gestão que buscou ampliar a movimentação de produtos, principalmente, a operação de barrilha que já atua no Porto de Santos e passou a operar também no Porto de São Sebastião. Novos produtos como o carvão mineral e o hidróxido de alumínio passaram a fazer parte da grade de movimentação, além do aumento das habituais cargas. Além disso, foi ampliada a capacidade de armazenamento do Porto que agora possuí três armazéns de alvenaria e cinco armazéns de lona.  “Além da ampliação, a diretoria do Porto de São Sebastião atua para melhoria da qualidade dos serviços já prestados aos seus clientes, assim como na busca por novos clientes com cargas compatíveis com as instalações e localização do Porto”, diz a CDSS. Conforme a Companhia, a nova gestão intensificou o trabalho junto aos Operadores Portuários e Agentes de Carga e ainda com empresas que operam no comércio exterior visando atrair novos negócios para o Porto de São Sebastião, isto associado a adequações na infraestrutura de armazenagem de cargas. Segurança A CDSS destaca que foram realizados investimentos na segurança das operações com aquisição de um scanner, que funciona como um raio x e é capaz de visualizar o conteúdo no interior de um contêiner. Quando o caminhão passa pelo equipamento, as imagens captadas da carga serão enviadas à Receita Federal, que analisará se a mercadoria está de acordo com a legislação. A nova tecnologia torna a fiscalização mais eficiente, reduzindo o tempo de liberação das mercadorias de importação, exportação ou cabotagem. O investimento foi de R$ 4,2 milhões. O Porto, ainda, tem aprimorado o sistema ISPS Code, que é um sistema que segue normas internacionais de segurança para controle de acessos de pessoas e cargas, inclusive com monitoramento de navios, tornando as operações mais seguras. O Porto de São Sebastião é administrado pela Companhia Docas de São Sebastião desde 2007 e é considerado essencial para o desenvolvimento do Vale do Paraíba e região de Campinas, com potencial para escoamento das cargas produzidas ou importadas.
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15/05 - CPqD é o novo parceiro tecnológico do Desafio Unicamp 2019
Uma das novidades da edição deste ano do Desafio Unicamp, competição de empreendedorismo organizada pela Agência de Inovação Inova Unicamp, é a parceria tecnológica firmada com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), que disponibilizou três tecnologias para serem modeladas para negócios pelas equipes que estão competindo. A colaboração com o CPqD faz parte de um trabalho de fortalecimento do ecossistema empreendedor entre as instituições de pesquisa da região de Campinas, conforme esclarece o diretor-executivo da Inova Unicamp, Newton Frateschi: “A inclusão de tecnologias de institutos científicos e tecnológicos parceiros, como o CPqD, no portfólio de patentes do Desafio Unicamp é benéfico porque nos unimos para consolidar o ecossistema empreendedor da região com a experiência positiva da competição, que há anos vem colhendo bons frutos no apoio à formação de novas empresas de base tecnológica. Entre nossos cases de sucesso temos, por exemplo, a empresa Rubian Extratos, que nasceu da competição e transferiu a tecnologia da Unicamp em produto para o mercado”. A mesma visão é compartilhada por Paulo Curado, diretor de inovação do CPqD, ao explicar que a cooperação entre o centro e a competição reflete um dos pilares que o CPqD busca solidificar para a construção do futuro na região: “Dentro da Inovação Aberta, entre outras ações, buscamos a chegada de nossas tecnologias ao mercado através de empreendedores que transformem as tecnologias em aplicações com modelos de negócio inovadores. Para isso, a estratégia adotada pelo CPqD foi trabalhar com uma grande parceira que já tem uma vasta experiência no tema: a Inova Unicamp, através da associação ao Desafio Unicamp “. Segundo a organização do Desafio, pode-se dizer que a participação das tecnologias do CPqD na competição foi bem recebida pelos competidores, já que cada uma das tecnologias foi escolhida por três equipes, que é o número máximo de times por tecnologia. O período para as equipes se inscreverem do Desafio se encerrou, porém, os interessados em empreendedorismo podem participar individualmente do Workshop Desafio Unicamp para entrar em contato com as ferramentas empreendedoras, como Lean Canvas. As inscrições estão abertas até o dia 14/05 no site oficial da competição. Vale ressaltar que ao se inscrever individualmente, a pessoa está participando apenas do Workshop e não da competição. Quais tecnologias do CPqD estão participando do Desafio Unicamp? Identidade Digital e Autossoberana de Pessoas e Coisas: Trata-se de um gerenciador de identidades e dados de humanos, coisas e organizações. O diferencial é que a identidade autossoberana de uma pessoa, coisa ou organização é portátil, confiável e dura a vida toda, sem depender de nenhuma autoridade centralizadora. Os inventores são: Fernando Cezar Heredia Marino, Emilio Tissato Nakamura e Sérgio Luís Ribeiro. Assistente virtual: Trata-se de uma plataforma para construção de chatbots inteligentes e interfaces naturais para gerar a melhor experiência em todos os canais de atendimento, seja texto ou voz. A vantagem de adoção deste tipo de tecnologia está na otimização do uso do atendimento humano, através do uso da interação automática, personalização na interação com os usuários e praticidade na criação de diálogos. O inventor é Eduardo Yamamoto Baldin. Dojot: A Dojot nasceu com o objetivo de desenvolver e demonstrar tecnologias para as cidades inteligentes. Inicialmente com foco nos pilares de segurança pública, mobilidade urbana e saúde, mas, atualmente, já é utilizada em diversos outros casos. Inventores: Giovanni Curiel dos Santos e Rafael Augusto Scaraficci. Sobre o CPqD Com mais de 40 anos, o CPqD é uma organização privada de referência tecnológica no país e com foco na inovação em tecnologias da informação e comunicação, integrando o ecossistema de inovação aberta que vem alavancando o empreendedorismo por meio de suas competências em áreas estratégicas da transformação digital – como Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Conectividade. O CPqD mantém um portfólio abrangente de soluções que são utilizadas nos mais diversos segmentos de mercado, no Brasil e no exterior, contribuindo para o aumento da eficiência das organizações, a transformação da experiência com seus clientes, a viabilização de modelos de negócios e a criação de novos produtos. Mais informações em: www.cpqd.com.br Sobre o Desafio Unicamp 2019 O Desafio Unicamp é uma competição de empreendedorismo tradicionalmente baseada em tecnologias da Unicamp e que nesta edição também conta com três tecnologias do CPqD. A iniciativa anual que já capacitou mais de 2,3 mil pessoas é organizada pela Inova Unicamp e está em sua nova edição. Os patrocinadores da 9º edição do Desafio Unicamp são: Baita, Clarke, Modet &Co, CPqD, FM2S Consultoria, Kasznar Leonardos, Luiza Labs e Novartis. Os apoiadores do Desafio Unicamp 2019 são: Campinas Tech, CIESP Campinas, Founder Institute, Incamp, Liga Empreendedora, Núcleo Campinas e Venture Hub. Mais informações sobre o Desafio Unicamp 2019 em: www.inova.unicamp.br/desafio
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15/05 - Programa quer acelerar startups da área da saúde
A inovação na área de saúde é algo que não apenas pode gerar lucros, mas também salvar vidas. Logo, é de se imaginar que esse setor esteja sempre à procura de startups para gerar soluções. Agora, o empreendedor que resolver investir nesse mercado pode contar com mais uma ajuda: a farmacêutica Neo Química está lançando um programa de aceleração voltado especificamente para essas empresas. Batizado de Neo Acelera, o programa será realizado em parceria com a agência de investimentos Yunus Negócios Sociais e terá duração de três meses, durante os quais mentorias e capacitações serão realizadas. Oito negócios irão passar pela aceleração e, no final do período, ainda poderão receber um aporte de até R$ 150 mil. Para a seleção, serão considerado quatro critérios: impacto socioambiental, alcance ou previsão de sustentabilidade financeira, qualificação da equipe de empreendedores responsável e potencial de crescimento. As inscrições podem ser realizadas até o dia 9 de junho pelo site da empresa.
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15/05 - Sebrae participa do fórum permanente das microempresas e empresas de pequeno porte
Aconteceu em Brasília, nesta terça-feira (14), a 1ª Plenária do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Dentre os pontos de interesse do evento estão: o fortalecimento dos pequenos negócios, a inovação dos processos, a geração de emprego e renda e a promoção da competitividade do setor. Presidido e coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia, o Fórum é de extrema relevância por ser um nascedouro de ideias e propostas voltadas ao desenvolvimento dos pequenos negócios. “Este é o setor que mais gera emprego, que mais movimenta a economia, e isso em um momento em que precisamos de fato de um motor, de uma arrancada para que a economia do Brasil volte a crescer de forma sustentável”, contou Caio Megale, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação. “É importante criar um ambiente propício para o desenvolvimento e crescimento das empresas, para que elas virem grandes empresas”, finaliza o secretário. Carlos Melles, presidente do Sebrae, membro permanente do Fórum, esteve presente para a abertura e parabenizou os envolvidos na coordenação do evento. “Atualmente, são mais de 8 milhões de microempreendedores individuais no país, pensando no bem-estar desses donos de pequenos negócios, precisamos buscar parcerias e alianças que nos fortaleçam. Assim, o Fórum prova sua extrema importância em representar os interesses da micro e pequena empresa brasileira, uma vez que o evento possibilita o nascimento de grandes ideias e decisões envolvendo o tema”, detalhou o presidente do Sebrae. O evento reuniu membros e representantes de instituições e órgãos governamentais federais, representantes de fóruns estaduais das microempresas e empresas de pequeno porte, entidades de apoio e de representação nacional do segmento, além de bancos e entidades privadas ligadas às MPEs. Sobre o Fórum O Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte é o espaço de interlocução entre o Governo Federal, as instituições nacionais de apoio e representatividade das Micro e Pequenas Empresas e os Fóruns Regionais das 27 Unidades da Federação. O evento tem a finalidade de orientar e assessorar a formulação e coordenação da política nacional de desenvolvimento das microempresas e empresas de pequeno porte, bem como acompanhar e avaliar a sua implantação.
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15/05 - BNDES registra lucro de R$ 11,1 bilhões no primeiro trimestre de 2019
O resultado representa um crescimento de 436,7% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o lucro ficou em R$ 2,1 bilhões. “Mostra que o BNDES continua muito vigoroso”, disse o presidente do banco, Joaquim Levy, que participa de entrevista na sede da instituição para explicar o balanço do primeiro trimestre de 2019. Também no trimestre o resultado do BNDES com participações societárias foi 725,5% superior ao atingido nos três primeiros meses de 2018. Segundo o BNDES, esse é um dos fatores que contribuíram para o resultado  foi o desempenho positivo com participações societárias do Sistema BNDES (incluindo BNDESPAR) no primeiro trimestre de 2019, de R$ 12,5 bilhões. Esse valor refletiu o crescimento de R$ 9,3 bilhões (1081,0%) do resultado com alienações de investimentos, de acordo com Levy, com destaque para a alienação de ações da Fibria, Perrobras, Vale e Rede. Conforme o banco o lucro também reflete o aumento de R$ 1,1 bilhão do produto com intermediação financeira, representando 45% a mais que o primeiro trimestre de 2018, como resultado da redução da dívida com o Tesouro Nacional ao longo do ano passado, processo que foi retomado em 2019.
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14/05 - São Paulo é uma das cidades mais promissoras para startups, diz ranking global
A cidade de São Paulo entrou para o ranking "Global Startup Ecosystem Report 2019", realizado pela Startup Genome. O estudo analisou mais de 40 cidades e milhares de empresas pelo mundo todo, e é um dos mais abrangentes do mundo sobre o ecossistema de startups. A capital paulista está entre os 10 principais ecossistemas globais para talentos acessíveis, é destaque no setor saúde e um dos 30 principais ecossistemas globais de Fintech. Segundo o estudo, a cidade chegou a esse estágio pois criou US$ 5,1 bilhões em Valor do Ecossistema com US$ 120 milhões em financiamento em estágio inicial nos últimos dois anos e meio. "São Paulo tem tudo que um ecossistema de startups vibrante necessidade, força de trabalho altamente qualificada, diversidade de suas indústrias, parceiros públicos e privados profundamente engajados para comunidade líder global", avalia Amure Pinho, presidente da Associação Brasileira de Startups. O Vale do Silício continua liderando o ranking mundial de ecossistemas por mais um ano, seguido por Nova York, Londres e Pequim empatados em terceiro, com Boston fechando o TOP 5. No ranking dos 30 maiores ecossistemas, a América do Norte segue dominando, abrigando 14 dos TOP 30 ecossistemas de startups, sendo 12 destes nos Estados Unidos.   ECOSSISTEMAS QUE CRESCEM RAPIDAMENTE Na lista dos ecossistemas com potencial para estar no TOP 30 nos próximos cinco anos há um grupo diversificado, com Lagos e Jakarta lado a lado com Moscou e Melbourne, sendo São Paulo e Canadá os representante das Américas. Na lista dos promissores, a justaposição é um bom lembrete de que o desempenho do ecossistema de startups não é simplesmente uma função do tamanho da população do GPD - eles estão relacionados, mas cada uma delas tem, pelo menos, um unicórnio e também características chave como liderança regional. O estudo considera também esses ecossistemas como pontos de foco principais em suas áreas do mundo, como São Paulo na América do Sul, Lagos na África e Jacarta no sudeste da Ásia; e liderança sub setorial, com ecossistemas de classe mundial em subsetores específicos, como Shenzhen tem em manufatura avançada e robótica, e Montreal tem em Inteligência Artificial. Além da classificação dos ecossistemas, o o Genome Startups 2019 aponta caminhos e desafios para que as lideranças locais possam seguir para ter maior destaque e ganhar espaço em inovação mundial, como, por exemplo, o Brasil que precisa de políticas para aumentar o financiamento de startups em estágio inicial.
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